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Grandes petroleiras suspendem embarques pelo Estreito de Ormuz após ataques, dizem fontes

28 fev 2026 - 13h35
(atualizado às 14h33)
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Diversos armadores, grandes empresas de ‌petróleo e comerciantes suspenderam os embarques de petróleo, combustível e gás natural liquefeito pelo Estreito de Ormuz após os EUA e Israel atacarem o Irã, e depois de Teerã anunciar o fechamento da navegação, disseram fontes ⁠do setor neste sábado.

"Nossos navios ficarão parados por vários ‌dias", disse um alto executivo de uma importante mesa de operações.

Imagens de satélite de rastreadores de navios-tanque ‌mostraram embarcações se acumulando perto ‌de grandes portos, como Fujairah, nos Emirados Árabes ⁠Unidos, e sem conseguir atravessar o Estreito de Ormuz.

Várias embarcações na área receberam transmissões VHF da Guarda Revolucionária do Irã informando que "nenhum navio está autorizado a passar pelo Estreito de Ormuz", disse à Reuters um oficial ‌da missão naval da UE, Aspides.

A Marinha do Reino ‌Unido afirmou que ⁠as ordens ⁠do Irã não têm força de lei e aconselhou as embarcações ⁠a transitarem com ‌cautela.

A associação de petroleiros ‌INTERTANKO disse que a Marinha dos EUA alertou contra a navegação na área -- todo o Golfo Pérsico, o Golfo de Omã, o norte do Mar ⁠Arábico e o Estreito de Ormuz --, afirmando não poder garantir a segurança da navegação.

O Ministério da Marinha Mercante da Grécia aconselhou as embarcações, no sábado, a evitarem o Golfo Pérsico, ‌o Golfo de Omã e o Estreito de Ormuz, segundo um comunicado visto pela Reuters.

Cerca de 20% do ⁠petróleo mundial proveniente de países como Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos, Iraque, Kuwait e Irã passa pelo Estreito de Ormuz, assim como grandes volumes de GNL do Catar.

Quatorze navios-tanque de GNL apresentaram sinais de redução de velocidade, manobras de retorno ou paradas no Estreito ou em suas proximidades, disse Laura Page, da consultoria Kpler, acrescentando que o número provavelmente aumentará, representando riscos para as exportações de GNL do Catar.

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