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Ex-príncipe Andrew deixa residência real em Windsor, diz BBC

O ex-integrante da família real britânica aparece em fotos e em e-mails trocados na nova leva de documentos do criminoso sexual Jeffrey Epstein

4 fev 2026 - 07h48
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Resumo
O ex-príncipe Andrew deixou sua residência em Windsor em meio a novas revelações sobre seu envolvimento no caso Jeffrey Epstein, incluindo fotos e e-mails divulgados que aumentaram a pressão para que testemunhe nos EUA sobre os crimes do financista.
Ex-príncipe Andrew voltou a aparecer em imagens do 'caso Epstein'
Ex-príncipe Andrew voltou a aparecer em imagens do 'caso Epstein'
Foto: ANSA / Ansa - Brasil

Em meio a novas revelações no caso Jeffrey Epstein, o ex-príncipe Andrew deixou a residência real em Windsor para se mudar para a propriedade de Sandringham, no leste da Inglaterra, informou a BBC na noite desta terça-feira, 3. Segundo a emissora, ex-príncipe deixou o Royal Lodge, com 30 quartos, em Windsor, na segunda, 2, onde morava desde 2003. O Palácio de Buckingham se recusou a confirmar a informação à AFP, disse a agência.

Ele, que agora é conhecido como Andrew Mountbatten-Windsor, está hospedado temporariamente no Wood Farm Cottage, enquanto a futura residência permanente na mesma propriedade, Marsh Farm, é reformada, segundo informações do The Sun.

Em outubro, Andrew, irmão de Charles III, foi obrigado a deixar a luxuosa mansão onde viveu por mais de 20 anos com sua ex-esposa, Sarah Ferguson, após ser destituído dos títulos reais ??devido à sua amizade com Epstein.

A pressão sobre Andrew aumentou nos últimos dias, com o seu envolvimento em novas fotos e e-mails relacionados ao caso Epstein, divulgados na última sexta, 6, pelo Departamento de Justiça dos Estados Unidos.

Entre os novos documentos, estão fotografias do então príncipe Andrew ajoelhado e inclinado sobre uma mulher deitada no chão, além de e-mails convidando Epstein para um encontro "privado" no Palácio de Buckingham.

As revelações provocaram uma reação do primeiro-ministro britânico Keir Starmer, que sugeriu que o ex-príncipe testemunhasse perante o Congresso dos EUA sobre o que sabe a respeito dos crimes do financista. Epstein foi condenado em 2008 por aliciar uma menor para prostituição e morreu na prisão em 2019 enquanto aguardava outro julgamento por crimes sexuais contra menores.

Andrew já havia sido acusado de abuso sexual por Virginia Giuffre, que faleceu em abril do ano passado. Uma outra vítima de Epstein alegou, por meio de seu advogado, que o americano a enviou ao Reino Unido em 2010 para ter relações sexuais com o então Príncipe Andrew no Royal Lodge, perto do Castelo de Windsor.

Um porta-voz da polícia britânica local afirmou nesta terça que "investigariam as informações". /AFP

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Estadão
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