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Ucrânia pedirá a Moscou extradição se Yanukovich estiver na Rússia

28 fev 2014 - 09h13
(atualizado às 09h41)
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Presidente deposto da Ucrânia Viktor Yanukovich durante coletiva de imprensa quando ainda era primeiro-ministro, em Kiev. Yanukovich afirmou nesta quinta-feira que ainda é o presidente legítimo de seu país e que o povo nas regiões sudeste e do sul nunca aceitarão a "ilegalidade" provocada pelos líderes escolhidos por uma quadrilha.
Presidente deposto da Ucrânia Viktor Yanukovich durante coletiva de imprensa quando ainda era primeiro-ministro, em Kiev. Yanukovich afirmou nesta quinta-feira que ainda é o presidente legítimo de seu país e que o povo nas regiões sudeste e do sul nunca aceitarão a "ilegalidade" provocada pelos líderes escolhidos por uma quadrilha.
Foto: Alexander Demianchuk - RTRHY2B / Reuters

A Procuradoria Geral da Ucrânia anunciou nesta sexta-feira que pedirá a extradição do deposto presidente Viktor Yanukovich se for confirmado oficialmente que se encontra em território da Federação Russa.

O comunicado oficial lembra que o líder foragido é acusado como suspeito de assassinatos maciços e premeditados, e de abuso de poder, e que a Justiça ucraniana ordenou sua detenção e a de vários de seus colaboradores mais próximos.

Yanukovich, que fez na quinta-feira a primeira declaração desde que foi cassado no dia 22 de fevereiro, tem intenção de dar esta tarde uma entrevista coletiva na cidade russa de Rostov do Don.

A Rada Suprema (Parlamento) pediu esta semana ao Tribunal Penal Internacional (TPI), com sede em Haia, que processe a Yanukovich, contra o qual se ditou uma ordem de busca e captura internacional, e outros antigos altos cargos por crimes contra a Humanidade.

As novas autoridades acusam do "assassinato em massa" de cidadãos ucranianos "durante as ações de protestos maciços no período compreendido entre o dia 21 de novembro e 22 de fevereiro de 2014".

"Essas ações, levaram à morte de mais de 100 cidadãos da Ucrânia e de outros países, e mais de 2.000 feridos, dos quais mais de 500 continuam atualmente em estado grave", acrescenta.

<a data-cke-saved-href="http://noticias.terra.com.br/mundo/crise-na-ucrania/" href="http://noticias.terra.com.br/mundo/crise-na-ucrania/">veja o infográfico</a>
EFE   
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