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Estados Unidos

Pirata somali é condenado a 33 anos de prisão em Nova York

16 fev 2011 - 16h20
(atualizado às 17h08)
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O jovem somali que se declarou culpado por seu envolvimento no ataque em 2009 contra o cargueiro americano Maersk Alabama e a tomada de seu capitão como refém foi condenado nesta quarta-feira em Nova York a 33 anos e nove meses de prisão, informou a Promotoria de Manhattan.

Abduwali Abdukhadir Muse, detido pela Marinha dos Estados Unidos em abril de 2009, já havia se declarado culpado em maio passado das acusações de pirataria e sequestro de pessoas.

Esses crimes estão relacionados com sua participação no sequestro do Maersk Alabama, assim como de outros dois navios no Índico entre o final de março e início de abril de 2009.

No total, Muse assumiu sua culpa em seis acusações, entre as quais também se encontravam algumas relacionados à apreensão de um navio, e pelas quais a juíza Loretta Preska o condenou nesta quarta-feira a 405 meses de prisão, assim como a mais cinco anos de liberdade condicional e a pagar US$ 550 mil.

Muse foi detido no mesmo dia em que o capitão Richard Phillips, que estava no comando da embarcação atacada, foi libertado após passar cinco dias como refém.

Pouco antes, Muse foi autorizado a subir no destróier "USS Bainbridge", que tinha se deslocado à região para o grupo expor suas exigências em troca da libertação do capitão, momento em que ele acabou sendo detido.

Muse foi o único sobrevivente dos quatro homens que participaram do sequestro, que ocorreu em 8 de abril de 2009, e, segundo seus advogados, ele cometeu esse crime porque sua situação de pobreza era desesperadora.

EFE   
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