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Com febre, Trump é levado para hospital em Washington

Pouco depois da divulgação de um comunicado médico, presidente dos EUA foi levado para hospital

2 out 2020
18h32
atualizado às 19h23
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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, foi levado para Hospital Militar Walter Reed Medical Center, em Washington. De acordo com um comunicado oficial da Casa Branca, o chefe de estado está em bom estado e só apresentou fadiga desde que foi diagnosticado com covid-19. A medida seria por "excesso de cuidado". Segundo a reportagem do canal de notícias CNN, no entanto, uma pessoa próxima da família relatou que o republicano apresentou febre e  mal estar desde o início da manhã desta sexta-feira (3). 

Marine One  pousa nos jardins da Casa Branca
Marine One pousa nos jardins da Casa Branca
Foto: Reprodução

Ainda segundo os porta-vozes, Trump passará "os próximos dias" no complexo hospitalar em observação. O comunicado também informou que o presidente manterá as atividades de um gabinete dentro do hospital e que o vice-presidente Mike Pence não assumirá o cargo. Com 74 anos de idade, acima do peso e apresentado comorbidades como colesterol alto, republicano é considerado por especialistas como parte do grupo de risco.

O helicóptero Marine One, das Forças Armadas norte-americanas, poucou no jardim da Casa Branca para fazer o transporte de Trump. Ele embarcou pouco mais de meia hora depois, usando máscara. Ele acenou para as câmeras. A decisão de encaminhar o presidente norte-americano para um hospital acontece poucas horas depois do médico oficial do governo anunciar, em comunicado, que o republicano passava bem. 

"Após a confirmação via PCR do diagnóstico do presidente, como medida de precaução, ele recebeu uma dose única de 8 gramas do coquetel de anticorpos policlonais da Regeneron. Ele recebeu a infusão sem maiores problemas. Além dos anticorpos, o presidente vem tomando zinco, vitamina D, famotidina, melatonina e um analgésico por dia", diz a nota, que também relata que, apesar do cansaço, Trump estava de "bom humor".

Ele recebeu uma dose do coquetel experimental "desenvolvido pelo laboratório Renegeron, que teve resultados preliminares encorajadores em ensaios clínicos em um pequeno número de pacientes", além de  zinco, vitamina D, famotidina, melatonina e um analgésico. Apesar de Trump defender publicamente o uso da cloroquina e, inclusive, afirmar que tomava o remédio para previnir a contaminação pelo vírus, a droga não foi usada.

Eric Trump, um dos filhos do presidente, foi o primeiro da família a se posicionar sobre a internação. Em uma publicação nas redes sociais, ele se referiu ao pai como "um verdadeiro guerreiro". "Ele vai lutar contra isso do mesmo jeito que luta pelos Estados Unidos todos os dias. Eu peço que se juntem a mim e rezem por ele. Eu nunca estive mais orgulhoso de uma pessoa", escreveu 

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Fonte: Equipe portal
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