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Columbia não cumpriu padrões de credenciamento, diz governo dos EUA

4 jun 2025 - 20h31
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O Departamento de Educação dos Estados Unidos disse nesta quarta-feira que notificou um órgão de credenciamento de instituições de ensino sobre violações da Universidade de Columbia de leis federais antidiscriminação por sua suposta falha em proteger estudantes judeus em seu campus.

A suposta violação resulta na conclusão de que Columbia não cumpriu padrões de credenciamento estabelecidos pela Middle States Commission on Higher Education, comissão responsável pelo credenciamento, informou o departamento.

"Os credenciadores têm uma enorme responsabilidade pública como guardiões do auxílio federal a estudantes. Eles determinam quais instituições se qualificam para empréstimos estudantis federais e subsídios", disse a secretária de Educação dos EUA, Linda McMahon, em um comunicado.

A universidade não respondeu imediatamente a um pedido de comentário. Um porta-voz da Middle States Commission on Higher Education não quis comentar, mas confirmou que a organização havia recebido uma carta do Departamento de Educação sobre o assunto nesta quarta-feira.

Embora o governo federal não credencie diretamente as universidades dos EUA, ele tem o papel de supervisionar as organizações, em sua maioria privadas, que o fazem. Trump tem se queixado com frequência de que os credenciadores aprovam instituições que não oferecem educação de qualidade.

Columbia tem sido o epicentro de um movimento de protesto estudantil pró-palestino e anti-Israel que agitou os campi dos EUA no último ano e meio, durante a guerra de Israel em Gaza.

O Departamento de Educação e o Departamento de Saúde e Serviços Humanos disseram no mês passado que uma investigação constatou que a universidade havia agido com "indiferença deliberada" em relação ao assédio a estudantes judeus durante os protestos no campus.

Columbia já havia dito anteriormente que trabalharia com o governo para combater o antissemitismo, o assédio e a discriminação.

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