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Casa Branca admite interferência da Rússia em eleição

Embora tenha dito que a Rússia interferiu na eleição presidencial de 2016, a Casa Branca afirmou que a campanha de Trump não conspirou

23 jul 2018 - 16h21
(atualizado às 17h14)
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A Casa Branca admitiu nesta segunda-feira interferência da Rússia na eleição dos Estados Unidos em 2016 e informou que está considerando retirar as credencias de segurança de seis ex-agentes de segurança e de inteligência, incluindo o diretor da Agência Central de Inteligência da era Obama, John Brennan, e o chefe do FBI demitido pelo presidente Donald Trump, James Comey.

"Não apenas o presidente quer tirar a credencial de segurança de Brennan, ele também está analisando as retiradas de Comey, Hayden, Clapper, Rice e McCabe", disse a secretária de imprensa Sarah Sanders em briefing.

Sarah Sanders fala na Casa Branca
 23/7/2018    REUTERS/Kevin Lamarque
Sarah Sanders fala na Casa Branca 23/7/2018 REUTERS/Kevin Lamarque
Foto: Reuters

Ela se referia ao ex-diretor da Agência de Segurança Nacional Michael Hayden, ao ex-diretor de inteligência nacional James Clapper, à ex-assessora de segurança nacional Susan Rice e ao ex-diretor-adjunto do FBI Andrew McCabe.

Embora tenha dito que a Rússia interferiu na eleição presidencial de 2016, a Casa Branca afirmou que a campanha de Trump não conspirou.

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