Cabeça achada em parque é de vítima de ator pornô canibal
4 jul2012 - 18h06
(atualizado às 18h37)
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A cabeça humana encontrada em um parque de Montreal, durante o fim de semana, pertence a um estudante chinês supostamente esquartejada por um ator de filme pornô em um dos assassinatos mais cruéis da história recente do Canadá, afirmou a polícia nesta quarta-feira.
Imagem mostra placa do parque Angrignon, em Montreal, onde partes da vítima do ator pornô canibal foram achadas
Foto: AP
Uma porta-voz da polícia disse que exames mostraram que os restos mortais encontrados eram de Jun Lin e confirmou reportagens da mídia local que alegavam que a parte descoberta em questão era uma cabeça.
As mãos e os pés de Lin foram enviados pelo correio para escritórios de partidos políticos em Ottawa e para escolas em Vancouver, enquanto o tronco foi encontrado em uma pilha de lixo. Sua cabeça não havia sido encontrada até a noite de domingo, quando a polícia a localizou após receber uma pista.
Luka Rocco Magnotta, um ator canadense de filmes pornôs acusado de matar, esquartejar e de comer o corpo de Lin e enviar um vídeo do crime para a Internet, se declarou inocente no mês passado de todas as acusações. Magnotta foi preso na Alemanha no início de junho e deportado para o Canadá.
O modelo e ator pornô Luka Rocco Magnotta, suspeito de ter assassinado, esquartejado e comido partes do corpo de um estudante chinês, chegou ao Canadá nesta segunda-feira após ter sido extraditado da Alemanha. Em Berlim, ele foi retirado por um veículo militar canadense sob a custódia da polícia. Ao chegar ao seu país de origem, foi escoltado por um comboio desde o aeroporto de Mirabel, no Quebec
Foto: AFP
Magnotta estava detido na Alemanha, à espera de sua extradição ao Canadá, desde o último dia 4 de junho quando o suspeito do brutal assassinato do estudante Lin Jun, de 33 anos, foi detido em um cibercafé da capital alemã. Não foi informando ainda qual é o destino do avião militar que leva Magnotta ao Canadá
Foto: AFP
A polícia de Montreal acusou o ator pornô de homicídio de primeiro grau, atos indecentes com um cadáver e outras acusações após a aparição no final de maio de restos humanos em pacotes postais e um tronco em uma rua de Montreal
Foto: AFP
Segundo a polícia, Magnotta, 29 anos, assassinou Lin Jun entre os dias 24 e 25 de maio e posteriormente esquartejou seu corpo, com o qual realizou atos de necrofilia e canibalismo
Foto: AP
Magnotta enviou um pé e uma mão por correio às sedes do Partido Conservador e do Partido Liberal. A outra mão e o outro pé foram enviados também por correio a duas escolas de Vancouver e descobertas no último dia 5 de junho. O tronco do corpo decapitado de Lin Jun foi descoberto no dia 29 de maio dentro de uma mala jogada no lixo nas ruas de Montreal
Foto: Reuters
Aparentemente, Magnotta viajou no dia 26 de maio de Montreal até Paris antes que o assassinato fosse descoberto. Posteriormente, se transferiu a Berlim em ônibus. Um vídeo que circula pela internet registra o assassinato, o esquartejamento, a necrofilia e o canibalismo cometidos por Magnotta. As autoridades canadenses ainda não recuperaram a cabeça de Lin Jun
Foto: Reuters
Luka desembarca de avião, no aeroporto de Mirabel, em Montreal, escoltado por policiais
Foto: Reuters
O ator pornô canadense, acusado de canibalismo e de matar um estudante chinês, desembarca no aeroporto Mirabel, em Montreal, Canadá, escoltado por policiais
Foto: Reuters
O ator pornô Luka deixa o avião que o trouxe de Berlim, na Alemanha, onde foi preso há duas semanas atrás, de volta ao Canadá
Foto: Reuters
A intensa escolta policial marcou o retorno de Luka Rocco Magnotta, acusado de canibalismo e assassinato, ao seu país de origem
Foto: Reuters
O ator pornô canadense Luka Rocco Magnotta, 29 anos, acusado de canibalismo e de assassinar e esquartejar o estudante chinês Jun Lin, desembarca no aeroporto de Mirabel, na segunda-feira, em Montreal, Canadá, escoltado por policiais. O acusado foi preso há duas semanas atrás em um cyber café em Berlim, na Alemanha. Segundo autoridades, ele não protestou contra a própria extradição
Foto: Reuters
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