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Brasil e outros países pedem proteção de flotilha humanitária

Governos vão responsabilizar 'qualquer violação' contra missão

16 set 2025 - 11h10
(atualizado às 13h52)
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Os governos de 16 países, incluindo Brasil, defenderam nesta terça-feira (16) a Flotilha Global Sumid (GSF, na sigla em inglês), missão que visa romper o cerco israelense para entregar ajuda humanitária na Faixa de Gaza, e expressaram preocupação com a segurança dos envolvidos.

Missão tenta entregar ajuda humanitária na Faixa de Gaza
Missão tenta entregar ajuda humanitária na Faixa de Gaza
Foto: ANSA / Ansa - Brasil

O comunicado conjunto é assinado pelos ministros das Relações Exteriores de Brasil, África do Sul, Bangladesh, Catar, Colômbia, Eslovênia, Espanha, Indonésia, Irlanda, Líbia, Malásia, Maldivas, México, Omã, Paquistão e Turquia.

Os países expressaram "sua preocupação com a segurança" da Flotilha Global Sumud, considerada uma "iniciativa da sociedade civil em que participam cidadãos de seus países", cujo propósito é "entregar ajuda humanitária à Faixa de Gaza", além de "aumentar a conscientização para as urgentes necessidades humanitárias do povo palestino" e para pôr fim à guerra.

"Ambos os objetivos ? paz e entrega de ajuda humanitária, junto com o respeito ao direito internacional, incluindo o direito internacional humanitário ? são compartilhados por nossos governos", defendem.

Dessa forma, os países pediram para todos se absterem "de atos ilegais ou violentos contra a Flotilha, em respeito ao direito internacional e ao direito internacional humanitário".

Por fim, enfatizaram que "qualquer violação" aos direitos humanos e internacional dos participantes da Flotilha, "incluindo ataques contra as embarcações em águas internacionais ou detenção ilegal, motivará responsabilização".

Segundo reportagem da Al Jazeera, a Flotilha Global Sumud chegou a águas internacionais, acompanhada por navios que partem de portos tunisianos. Os organizadores especificaram que a viagem a Gaza continuará após a embarcação se juntar a outros barcos italianos. 

Ansa - Brasil
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