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Biden anuncia plano contra Ômicron e alerta não vacinados

"Aqueles que não vacinam correm o risco de adoecer de forma mais grave e de morrer", disse o presidente dos Estados Unidos

21 dez 2021 18h21
| atualizado às 18h40
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Joe Biden
Joe Biden
Foto: Kevin Lamarque / Reuters

O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, anunciou nesta terça-feira, 21, um novo plano para combater o avanço da nova variante Ômicron, que se tornou predominante em todo o país e responde por mais de 70% dos novos casos de covid-19.

Durante seu pronunciamento, o democrata alertou que os americanos não vacinados devem se preocupar com a cepa e fez um apelo para todos os cidadãos tomarem a vacina anti-covid o mais rápido possível.

"Os não vacinados têm bons motivos para se preocupar, enquanto os imunizados e os que receberam reforço, bem menos, poderão passar as festividades de fim de ano como programado", afirmou o democrata ao falar sobre a emergência.

Segundo Biden, "aqueles que não vacinam correm o risco de adoecer de forma mais grave e de morrer".

O plano da Casa Branca prevê a criação de novos centros de testagem em diversas partes do território americano, sendo que o primeiro será inaugurado na próxima semana na cidade de Nova York.

Além disso, a medida inclui a distribuição gratuita de 500 milhões de testes rápidos, que serão entregues aos americanos em suas residência pelo correio. Entre outras coisas, o governo Biden planeja também enviar equipes de apoio a hospitais que estão enfrentando novos surtos do novo coronavírus Sars-CoV-2.

O presidente dos EUA determinou ainda que o Departamento de Defesa se organize para disponibilizar médicos para locais que estão precisando de auxílio nos próximos meses de janeiro e fevereiro.

Durante o anúncio, Biden afirmou que é preciso ter preocupação "com a disseminação da variante Ômicron da Covid-19, mas não há motivo para pânico", porque não é como em 2020", já que grande parte da população está vacinada.

Por fim, o democrata aproveitou para pedir o fim da desinformação e das fake news sobre as vacinas anti-covid. "Chega de desinformação, chega de mentiras sobre as vacinas da covid", declarou. "Eles devem parar agora! Tudo isso é imoral".

Ansa - Brasil   
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