Ataques dos EUA: governo calcula a morte de 32 cubanos, 23 militares venezuelanos e dois civis
Militares morreram nos ataques realizados por forças pelas forças americanas, que resultaram na detenção do ditador Nicolás Maduro
Ataques dos EUA na Venezuela resultaram na morte de 32 militares cubanos, 23 militares venezuelanos e dois civis, culminando na captura de Nicolás Maduro e sua esposa.
O governo de Cuba divulgou nesta terça-feira, 6, os nomes de 32 de seus militares que morreram nos ataques realizados por forças dos Estados Unidos na Venezuela na madrugada de sábado, 3, que resultaram na detenção do ditador Nicolás Maduro e de sua esposa, Cilia Flores. A revelação foi uma admissão pública de Havana de que seus agentes atuavam a serviço do governo venezuelano.
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Na lista dos militares mortos publicada pelo governo cubano, 21 pertenciam ao Ministério do Interior, incluindo três oficiais de alta patente (dois coronéis e um tenente-coronel). Os 11 soldados restantes eram membros das Forças Armadas Revolucionárias.
A divulgação da morte dos cubanos ocorre um dia após autoridades da Venezuela anunciarem a morte de 23 militares e dois civis. Do lado venezuelano, o Exército publicou obituários em sua conta do Instagram na segunda-feira para 23 militares, incluindo almirantes, 16 sargentos de diversas patentes e dois soldados.
No último domingo, 4, o ministro da Defesa da Venezuela, o general Vladimir Padrino López, havia informado que a maioria dos escoltas e guarda-costas que protegiam Maduro, incluídos os cubanos, foi "assassinada a sangue frio" por militares americanos.
Durante entrevista coletiva no Centro Trump-Kennedy nesta terça-feira, em Washington, o presidente americano, Donald Trump, afirmou que as forças americanas "os pegaram um pouco de surpresa", com apoio de aviões de "guerra eletrônica" que desligaram as luzes da capital para permitir a entrada dos helicópteros e, assim, capturar Maduro.
(*Com informações da BBC e New York Times)
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