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América Latina

Venezuela expulsa outro adido militar da embaixada americana

David Kostal também foi declarado persona non grata junto com David del Mónaco, disse o chanceler venezuelano Elías Jaua

5 mar 2013 - 17h55
(atualizado às 18h01)
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O chanceler da Venezuela, Elías Jaua, anunciou nesta terça-feira a expulsão de um segundo adido militar da embaixada dos Estados Unidos, a quem declarou "persona non grata" e fixou um prazo de 24 horas para que deixe o país.

"O senhor David Kostal também foi declarado persona non grata junto com David del Mónaco e têm 24 horas para deixar o território soberano e independente da República Bolivariana da Venezuela", declarou Jaua a meios de comunicação estatais.

A decisão foi anunciada pouco depois que o vice-presidente, Nicolás Maduro, informou em um discurso pela televisão a expulsão de Mónaco por "propor projetos desestabilizadores" a militares na ativa.

Nicolás Maduro fala a jornalistas após reunião da cúpula político-militar do governo em Caracas
Nicolás Maduro fala a jornalistas após reunião da cúpula político-militar do governo em Caracas
Foto: Televisão estatal venezuelana / AFP

"Não vamos permitir nem um pouco de ingerência, não vamos permitir que acreditem que a situação de dor e de preocupação que estamos vivendo pela saúde do presidente Chávez vai traduzir-se em demonstrações de fraqueza", ressaltou Jaua.

Jaua detalhou que foram "dignos oficiais" os que "testemunharam perante os organismos de inteligência militar estas atitudes de provocação, de incitação, por parte de funcionários do governo dos EUA".

O chanceler venezuelano indicou que após essas denúncias foi aberto "um processo de investigação por parte dos organismos de inteligência do Estado, especialmente organismos de inteligência militar, para saber até onde chegaram essas ações ilegais".

"Está aberta uma investigação que seguramente nos levará a conexões contra a direita corrupta apátrida", acrescentou Jaua, destacando que o "representante mais simbólico" da direita está em Nova York, em alusão ao ex-candidato presidencial Henrique Capriles.

Apesar de os Estados Unidos continuarem sendo o principal parceiro comercial do país caribenho, os laços entre EUA e Venezuela atravessam um de seus pontos mais críticos desde que no final de 2010 ficaram sem embaixadores em meio a acusações mútuas.

EFE   
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