Chile: golpe militar de Pinochet contra Allende completa 40 anos
No dia 11 de setembro de 1973, forças militares dissidentes comandadas pelo general Augusto Pinochet bombardearam o Palácio La Moneda e destituíram o presidente socialista Salvador Allende
O dia 11 de setembro de 1973 foi inesquecível para quem vivenciou. Logo nas primeiras horas da manhã, os militares tomaram a cidade de Valparaíso, no litoral, e seguiram para a capital, Santiago. Os tanques e homens fortemente armados tomaram as ruas, o palácio La Monena foi bombardeado após Salvador Allende não se render e, no final da tarde, Augusto Pinochet já se proclamava o novo presidente. Nessa altura, Allende já tinha cometido suicídio dentro do palácio.
No dia 11 de setembro de 1973, o Palácio La Moneda foi bombardeado por forças do Exército chileno que, sob o comando do general Augusto Pinochet, investiam contra o então presidente socialista Salvador Allende
Foto: AFP
Comparação do mesmo local da clássica foto do bombardeio do La Moneda no dia do golpe e atualmente
Foto: AFP
Fortemente armados, soldados tomaram primeiro a cidade de Valparaíso e, depois, a capital , Santiago
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O então presidente Salvador Allende foi alertado do golpe e correu para o Palácio La Moneda, que mais tarde seria bombardeado
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Ainda pela manhã, a Junta Militar lidera por Pinochet transmite pelo rádio a primeira mensagem exigindo que Allende se entregasse ou o palácio seria atacado
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Allende decidiu continuar no La Moneda enquanto, pouco antes das 10h da manhã, os primeiros tanques chegavam à capital
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Também pelo rádio, Allende faz o que seria seu último pronunciamento à nação
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"Pagarei com minha vida a lealdade do povo", disse Allende
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O ataque ao La Moneda começou minutos antes do meio-dia. As bombas vinham pelo ar e, no início da tarde, as tropas golpistas invadiram o local
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Quando o Exército entrou no palácio, Allende ordena a evacuação do local, mas se nega a sair
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Mais tarde, Salvador Allede foi encontrado morto no local. Testemunho do seu médico pessoal diz que o presidente cometeu suicídio com um tiro no queixo
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Quarenta anos depois, o modelo econômico e político legado pela sangrenta ditadura de Pinochet é questionado no Chile e cresce o clamor para conhecer toda a verdade e poder, enfim, cicatrizar as feridas. O novo aniversário deste 11 de setembro, acontece em um Chile repleto de mobilizações sociais que buscam acabar com a herança da ditadura, às vésperas de uma eleição presidencial.
"Hoje, nós vemos outro país. Um país que resolveu sair para protestar por diferentes demandas (...), com um maior grau de consciência e uma definição clara de que se tem de mudar tudo que foi herdado da ditadura. Isso nos faz enfrentar os 40 anos de uma maneira completamente diferente", diz à AFP a presidente do Grupo de Familiares de Detidos-Desaparecidos, Lorena Pizarro.
"Esta comemoração nos encontra no final de um ciclo político que nasce na ditadura, continua na transição e que hoje, objetivamente, está acabando", analisa o sociólogo Alberto Mayol, autor do best seller "El derrumbe del modelo".
O premiado fotógrafo norte-americano David Burnett tenta reconstruir sua história 40 anos depois de ter fotografado a dor dos dias posteriores ao golpe de Estado no Chile em 1973. As imagens foram feitas no Estádio Nacional, no funeral de Pablo Neruda e em outros locais de Santiago logo após aquele 11 de setembro. O Museu da Memória e o próprio fotógrafo buscam os protagonistas anônimos dessas imagens
Foto: David Burnett
O premiado fotógrafo norte-americano David Burnett tenta reconstruir sua história 40 anos depois de ter fotografado a dor dos dias posteriores ao golpe de Estado no Chile em 1973. As imagens foram feitas no Estádio Nacional, no funeral de Pablo Neruda e em outros locais de Santiago logo após aquele 11 de setembro. O Museu da Memória e o próprio fotógrafo buscam os protagonistas anônimos dessas imagens
Foto: David Burnett
O premiado fotógrafo norte-americano David Burnett tenta reconstruir sua história 40 anos depois de ter fotografado a dor dos dias posteriores ao golpe de Estado no Chile em 1973. As imagens foram feitas no Estádio Nacional, no funeral de Pablo Neruda e em outros locais de Santiago logo após aquele 11 de setembro. O Museu da Memória e o próprio fotógrafo buscam os protagonistas anônimos dessas imagens
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O premiado fotógrafo norte-americano David Burnett tenta reconstruir sua história 40 anos depois de ter fotografado a dor dos dias posteriores ao golpe de Estado no Chile em 1973. As imagens foram feitas no Estádio Nacional, no funeral de Pablo Neruda e em outros locais de Santiago logo após aquele 11 de setembro. O Museu da Memória e o próprio fotógrafo buscam os protagonistas anônimos dessas imagens
Foto: David Burnett
O premiado fotógrafo norte-americano David Burnett tenta reconstruir sua história 40 anos depois de ter fotografado a dor dos dias posteriores ao golpe de Estado no Chile em 1973. As imagens foram feitas no Estádio Nacional, no funeral de Pablo Neruda e em outros locais de Santiago logo após aquele 11 de setembro. O Museu da Memória e o próprio fotógrafo buscam os protagonistas anônimos dessas imagens
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O premiado fotógrafo norte-americano David Burnett tenta reconstruir sua história 40 anos depois de ter fotografado a dor dos dias posteriores ao golpe de Estado no Chile em 1973. As imagens foram feitas no Estádio Nacional, no funeral de Pablo Neruda e em outros locais de Santiago logo após aquele 11 de setembro. O Museu da Memória e o próprio fotógrafo buscam os protagonistas anônimos dessas imagens
Foto: David Burnett
O premiado fotógrafo norte-americano David Burnett tenta reconstruir sua história 40 anos depois de ter fotografado a dor dos dias posteriores ao golpe de Estado no Chile em 1973. As imagens foram feitas no Estádio Nacional, no funeral de Pablo Neruda e em outros locais de Santiago logo após aquele 11 de setembro. O Museu da Memória e o próprio fotógrafo buscam os protagonistas anônimos dessas imagens
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O premiado fotógrafo norte-americano David Burnett tenta reconstruir sua história 40 anos depois de ter fotografado a dor dos dias posteriores ao golpe de Estado no Chile em 1973. As imagens foram feitas no Estádio Nacional, no funeral de Pablo Neruda e em outros locais de Santiago logo após aquele 11 de setembro. O Museu da Memória e o próprio fotógrafo buscam os protagonistas anônimos dessas imagens
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O premiado fotógrafo norte-americano David Burnett tenta reconstruir sua história 40 anos depois de ter fotografado a dor dos dias posteriores ao golpe de Estado no Chile em 1973. As imagens foram feitas no Estádio Nacional, no funeral de Pablo Neruda e em outros locais de Santiago logo após aquele 11 de setembro. O Museu da Memória e o próprio fotógrafo buscam os protagonistas anônimos dessas imagens
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O premiado fotógrafo norte-americano David Burnett tenta reconstruir sua história 40 anos depois de ter fotografado a dor dos dias posteriores ao golpe de Estado no Chile em 1973. As imagens foram feitas no Estádio Nacional, no funeral de Pablo Neruda e em outros locais de Santiago logo após aquele 11 de setembro. O Museu da Memória e o próprio fotógrafo buscam os protagonistas anônimos dessas imagens
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O premiado fotógrafo norte-americano David Burnett tenta reconstruir sua história 40 anos depois de ter fotografado a dor dos dias posteriores ao golpe de Estado no Chile em 1973. As imagens foram feitas no Estádio Nacional, no funeral de Pablo Neruda e em outros locais de Santiago logo após aquele 11 de setembro. O Museu da Memória e o próprio fotógrafo buscam os protagonistas anônimos dessas imagens
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O premiado fotógrafo norte-americano David Burnett tenta reconstruir sua história 40 anos depois de ter fotografado a dor dos dias posteriores ao golpe de Estado no Chile em 1973. As imagens foram feitas no Estádio Nacional, no funeral de Pablo Neruda e em outros locais de Santiago logo após aquele 11 de setembro. O Museu da Memória e o próprio fotógrafo buscam os protagonistas anônimos dessas imagens
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O premiado fotógrafo norte-americano David Burnett tenta reconstruir sua história 40 anos depois de ter fotografado a dor dos dias posteriores ao golpe de Estado no Chile em 1973. As imagens foram feitas no Estádio Nacional, no funeral de Pablo Neruda e em outros locais de Santiago logo após aquele 11 de setembro. O Museu da Memória e o próprio fotógrafo buscam os protagonistas anônimos dessas imagens
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Estimulada pelos estudantes, que gritam nas ruas "e vai cair... e vai cair... a educação de Pinochet!", a sociedade civil chilena exige mudanças em um sistema econômico situado no extremo liberal. É um modelo que coloca o Chile às portas de se tornar um país desenvolvido, mas que evolui com grande desigualdade e um sistema político pouco representativo. "Toda a obra ditatorial está em xeque hoje em dia", acrescenta Mayol.
Junto com um grupo de discípulos do economista americano Milton Friedman, Pinochet conseguiu fazer a economia decolar, após a privatização da saúde, da educação, do sistema previdenciário e de uma abertura quase total da de sua economia para o exterior.
O Chile está prestes a bater uma renda per capita de US$ 20 mil anuais, a mais alta da região, enquanto os governos da transição democrática conseguiram reduzir a pobreza de 40% para 14%, desde 1990. No entanto, as disparidades sociais ainda persistem.
"Não achamos que se esteja buscando uma mudança radical de voltar ao que tivemos antes dos anos 1970, mas se está buscando, talvez, maior participação de alguns grupos neste modelo. Não é que queiram estar fora do modelo, mas ser mais parte do modelo", afirma o pesquisador do Instituto Liberdade e Desenvolvimento, Francisco Klapp, cuja instituição é de orientação liberal.
Opositores da ditadura, entre eles José Piñera C., dirigente da Democracia Cristã e pai do atual presidente Sebastián Piñera, em frente a Biblioteca Nacional em protesto por eleições livres (março de 1986)
Foto: Gentileza Juan Carlos Cáceres
Lideradas pela dirigente da Democracia Cristã Cristiana Carmen Frei, mulheres marcham para pedir a volta da democracia (30 de outubro de 1985)
Foto: Gentileza Juan Carlos Cáceres
Clotario Blest e o cardeal Silva Henríquez em um ato de comemoração ao Dia do Trabalho, no Colégio Sagrado Coração de Alameda (1º de maio de 1982)
Foto: Gentileza Juan Carlos Cáceres
Claudio Huepe, dirigente da Democracia Cristã, preso após manifestações de reação à notícia de que os carabineiros foram os responsáveis pelas mortes de Santiago Natino, José M. Parada e Manuel Guerrero (2 de agosto de 1985)
Foto: Gentileza Juan Carlos Cáceres
Na Praça de la Constitución foram exibidos os restos dos carros de Pinochet que foram alvo de uma tentativa de assassinato do ditador pela Frente Patriótica Manuel Rodríguez (9 de setembro de 1986)
Foto: Gentileza Juan Carlos Cáceres
Isabel Allende com moradores de La Victoria (6 de junho de 1988)
Foto: Gentileza Juan Carlos Cáceres
Juez René García Villegas, junto com manifestantes no Dia Nacional Contra a Tortura (11 de novembro de 1989). O professor ganhou fama após denunciar as torturas no país
Foto: Gentileza Juan Carlos Cáceres
Enfrentamientos entre detractores y adherentes al régimen militar en la décima conmemoración del Golpe (11 septiembre 1983)
Foto: Gentileza Juan Carlos Cáceres
Andrés Palma carrega o caixão do dirigente estudantil da Usach Mario Martínez (9 de agosto de 1986)
Foto: Gentileza Juan Carlos Cáceres
Carabineiros reprimem manifestantes na quinta marcha contra a ditadura (1983)
Foto: Gentileza Juan Carlos Cáceres
Jovem mostra balas de fuzis recolhidos na rua após um dia de protestos em todo o país (2 de julho de 1986)
Foto: Gentileza Juan Carlos Cáceres
Mulheres marcham no Dia Internacional da Mulher pedindo o retorno da democracia, entre elas Carmen Frei e Fanny Pollarolo (7 de março de 1986)
Foto: Gentileza Juan Carlos Cáceres
Funeral do padre francês André Jarlan, morto na localidade de La Victoria por uma bala dos carabineiros durante protestos contra a ditadura (setembro de 1984)
Foto: Gentileza Juan Carlos Cáceres
Cortejo fúnebre de José M. Parada, Santiago Natino e Manuel Guerrero, degolados por carabineiros (8 de abril de 1985)
Foto: Gentileza Juan Carlos Cáceres
Polícia reprime protesto estudantil (25 de setembro de 1985)
Foto: Gentileza Juan Carlos Cáceres
Mulheres presas depois de participar de um protesto convocado pela União pela Democracia (1985)
Foto: Gentileza Juan Carlos Cáceres
Policiais e corpos de membros do MIR abatidos após assaltar uma bando em Peñaflor (28 de novembro de 1986)
Foto: Gentileza Juan Carlos Cáceres
Militares e policiais reprimem protestos de rua no Dia do Trabalho (1º de maio de 1986)
Foto: Gentileza Juan Carlos Cáceres
Jornada de protestos logo após a notícia de que Rodrigo Rojas e Carmen Gloria Quintana foram queimados vivos por uma patrulha militar (julho de 1986)
Foto: Gentileza Juan Carlos Cáceres
Viúvas dos profissionais degolados são presas após um ato de protesto em frente ao Palácio La Moneda (13 de junho de 1986)
Foto: Gentileza Juan Carlos Cáceres
Concentração massiva pelo "Não" no plebiscito que decidiria a continuidade ou não do governo de Pinochet (24 de setembro de 1988)
Foto: Gentileza Juan Carlos Cáceres
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Uma eleição, duas mulheres e dois modelos
A dois meses das eleições presidenciais, é também o futuro de um modelo que está em jogo. A ex-presidente socialista Michelle Bachelet, ampla favorita na corrida ao La Moneda, prometeu uma profunda reforma política para resgatar hipotecas da ditadura, o que inclui a elaboração de uma nova Constituição, deixando para trás a que foi imposta por Pinochet em 1980.
Já sua principal adversária e representante da direita, Evelyn Matthei, pretende manter o modelo. "Agrada-me que haja mulheres na política, mas não vamos nos enganar. Aqui há uma corrida de projetos de país distintos", frisou Bachelet, em discurso recente para marcar suas diferenças com Matthei.
Passados 40 anos do golpe de Estado, por ironia do destino, a campanha eleitoral coloca em campos opostos duas mulheres que compartilharam a infância, mas cujas vidas tiveram trajetórias diversas depois do fatídico 11 de setembro.
Os pais de ambas eram generais da Força Aérea e tinham uma estreita amizade. Enquanto Alberto Bachelet foi detido nesse mesmo dia por se manter leal a Allende, morrendo meses depois vítima de torturas, Fernando Matthei integrou a junta militar de Pinochet.
Michelle Bachelet e sua mãe foram presas, torturadas e tiveram de deixar o país rumo ao exílio. Já Evelyn Matthei fez parte do círculo íntimo do ditador.
Junto com os pedidos por mudanças, cresce a reivindicação da sociedade para saber toda a verdade de uma ditadura que deixou mais de 3.200 mortos, e na qual mais de 38 mil pessoas foram torturadas. Conforme se aproxima a data de comemoração, a revisão por parte da imprensa dos principais crimes reabriu as feridas de uma sociedade que ainda está muito longe de se reconciliar.
"Com o passar do tempo, reconciliação e justiça se tornaram antíteses. Em qualquer país, a justiça pode levar à reconciliação. No Chile, a reconciliação é sinônimo de injustiça e de impunidade. Infelizmente, não se avançou na justiça necessária para provocar um reencontro", comentou Lorena Pizarro.
"Não se pode fechar ciclos, enquanto não forem ditas as coisas que foram omitidas. Passaram-se 40 anos, e há muitas coisas que estão apenas começando a aflorar", disse Isabel Allende, senadora e filha do ex-presidente socialista.
A Justiça chilena mantém abertos cerca de 1.300 processos por crimes cometidos nos 17 anos da ditadura, com pelo menos 800 agentes civis e militares processados, ou condenados. Desse total, cerca de 70 cumprem pena atrás das grades - quase todos em recintos militares especiais.
O então chefe da temida polícia política da ditadura (a Dina), Manuel Contreras, está preso e cumpre pena de mais de 200 anos. Já Pinochet morreu há sete anos, sem ter sido condenado.
A obra do fotógrafo Rodrigo Rojas De Negri será exibida em um dos museus mais importantes de Santiago. O jovem morreu depois de ser queimado vivo por militares em 1986, no episódio que ficou conhecido no Chile como "Caso Quemados". Antes, porém, percorreu as ruas do país fotografando a realidade da vida na ditadura
Foto: Gentileza: MAC
A obra do fotógrafo Rodrigo Rojas De Negri será exibida em um dos museus mais importantes de Santiago. O jovem morreu depois de ser queimado vivo por militares em 1986, no episódio que ficou conhecido no Chile como "Caso Quemados". Antes, porém, percorreu as ruas do país fotografando a realidade da vida na ditadura
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A obra do fotógrafo Rodrigo Rojas De Negri será exibida em um dos museus mais importantes de Santiago. O jovem morreu depois de ser queimado vivo por militares em 1986, no episódio que ficou conhecido no Chile como "Caso Quemados". Antes, porém, percorreu as ruas do país fotografando a realidade da vida na ditadura
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A obra do fotógrafo Rodrigo Rojas De Negri será exibida em um dos museus mais importantes de Santiago. O jovem morreu depois de ser queimado vivo por militares em 1986, no episódio que ficou conhecido no Chile como "Caso Quemados". Antes, porém, percorreu as ruas do país fotografando a realidade da vida na ditadura
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A obra do fotógrafo Rodrigo Rojas De Negri será exibida em um dos museus mais importantes de Santiago. O jovem morreu depois de ser queimado vivo por militares em 1986, no episódio que ficou conhecido no Chile como "Caso Quemados". Antes, porém, percorreu as ruas do país fotografando a realidade da vida na ditadura
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A obra do fotógrafo Rodrigo Rojas De Negri será exibida em um dos museus mais importantes de Santiago. O jovem morreu depois de ser queimado vivo por militares em 1986, no episódio que ficou conhecido no Chile como "Caso Quemados". Antes, porém, percorreu as ruas do país fotografando a realidade da vida na ditadura
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A obra do fotógrafo Rodrigo Rojas De Negri será exibida em um dos museus mais importantes de Santiago. O jovem morreu depois de ser queimado vivo por militares em 1986, no episódio que ficou conhecido no Chile como "Caso Quemados". Antes, porém, percorreu as ruas do país fotografando a realidade da vida na ditadura