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Alasca teve ano mais quente da história em 2019, aponta estudo

8 jan 2020 - 15h02
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O ano passado foi o mais quente já registrado no Alasca e o segundo mais úmido nos Estados Unidos, de acordo com um estudo do governo norte-americano sobre o clima no país divulgado nesta quarta-feira.

Poça formada por água da chuva em Anchorage, no Alasca
09/12/2019
REUTERS/Yereth Rosen
Poça formada por água da chuva em Anchorage, no Alasca 09/12/2019 REUTERS/Yereth Rosen
Foto: Reuters

A temperatura média do Alasca foi de 0,1 grau Celsius, ante média histórica de -3,33 graus Celsius, disse o Centro Nacional da Agência Oceânica e Atmosférica dos EUA em relatório anual.

As temperaturas médias aumentaram de forma constante no Alasca nos últimos anos, e quatro dos últimos seis testemunharam um calor recorde. A média recorde anterior do território havia sido estabelecida em 2016.

Em Anchorage, a maior cidade do Alasca, a temperatura chegou a 32,2 graus Celsius pela primeira vez na história em julho.

A temperatura média nos EUA, de 11,5 graus Celsius, foi a menor desder 2014, mas ainda assim ficou acima da média do século 20, de 11,1 graus Celsius.

Estados do sudeste dos EUA, como Geórgia, Carolina do Norte, Flórida, Carolina do Sul e Virgínia, tiveram seu ano mais quente ou seu segundo ano mais quente.

A precipitação anual nos EUA foi de 88,34 centímetros -- 12,29 centímetros acima da média.

O total foi 0,46 centímetro menor do que o recorde estabelecido em 1973, disse o relatório.

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