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Agora na oposição, SPD se compromete a defender democracia alemã

25 set 2017 - 07h51
(atualizado às 08h15)
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O Partido Social-Democrata da Alemanha (SPD) tem o dever de se estabelecer como oposição e defender os valores democráticos do país, depois que seu apoio caiu para o nível mais baixo do pós-guerra e que a legenda de extrema-direita Alternativa para a Alemanha (AfD) obteve seu melhor resultado na história, disse o líder do SPD, Martin Schulz, nesta segunda-feira.

Líder do Partido Social-Democrata da Alemanha (SPD), Martin Schulz, durante evento de campanha em Aachen, na Alemanha 23/09/2017 REUTERS/Thilo Schmuelgen
Líder do Partido Social-Democrata da Alemanha (SPD), Martin Schulz, durante evento de campanha em Aachen, na Alemanha 23/09/2017 REUTERS/Thilo Schmuelgen
Foto: Reuters

"Nós entendemos nossa tarefa, ser uma oposição firme nesse país e defender a democracia contra aqueles que a questionam e atacam", disse Schulz a membros do partido na sede do SPD, em Berlim.

Alguns conservadores e outros partidos criticaram o SPD, que anteriormente formava uma "grande coalizão" com os conservadores da chanceler Angela Merkel, por anunciar que se tornaria um partido de oposição apenas alguns minutos após a divulgação das pesquisas de boca-de-urna no domingo.

Merkel conquistou um quarto mandato como chanceler no fim de semana, mas agora precisa formar um governo de coalizão -- um processo árduo que pode demorar meses, pois todos os potenciais parceiros não sabem se querem realmente compartilhar poder com ela.

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