Mãe de recém-nascido enfrenta câncer agressivo e luta para ver filho crescer
A Duda é mãe do Rafael, que nasceu há poucos dias
A Duda é mãe do Rafael, que nasceu há poucos dias. O nome dele significa "cura de Deus".
Naquele momento, era apenas uma escolha bonita. Hoje, virou um pedido silencioso. Afinal, Maria Eduarda passa por um câncer agressivo e, agora, luta para ver o filho crescer.
"Agora não é mais só sobre mim. Também tem o Rafael, então é cuidar de mim, cuidar dele.", relata a mãe emocionada.
Uma pinta, um sinal, um diagnóstico
Tudo começou com algo pequeno. Uma pinta de nascença que mudou de cor, de tamanho, que começou a sangrar.
Duda estranhou. Enfermeira, acostumada ao ambiente hospitalar, mostrou para colegas.
Veio a biópsia e, no dia 4 de fevereiro, a confirmação: melanoma.
Entre cirurgias e tentativas de tratamento
O primeiro protocolo envolveu cirurgias e investigação da doença.
Ela já havia atingido a coxa e a região da virilha. A partir dali, surgiu a indicação para um tratamento específico: a imunoterapia.
Era a principal chance.
Quando a vida interrompe o tratamento
No meio do processo, veio outra notícia.
Duda estava grávida. A imunoterapia precisou ser suspensa.
Não havia alternativa. Era preciso esperar.
A gravidez e o avanço silencioso da doença
Durante os meses de gestação, o corpo começou a dar sinais.
Inchaço, cansaço extremo, limitações.
Em novembro, novos nódulos apareceram.
A biópsia confirmou que o câncer havia voltado, ainda mais agressivo.
Uma decisão difícil para ganhar tempoA equipe médica precisou antecipar o parto.
Rafael nasceu 15 dias antes do previsto.
Era a única forma de tentar iniciar o tratamento da mãe.
Quando o tempo acelera
Após o parto, os exames trouxeram um cenário mais grave.
O câncer já estava em estágio 4.
E não parou.
"Em um mês, olha o quanto progrediu essa doença…"
A doença avançou para a coluna, bacia, fígado e levanta suspeitas em outros órgãos.
A única chance possível
Hoje, existe apenas um caminho viável: a imunoterapia.
"Ela falou que em seis meses, se não começar a imunoterapia, é uma corrida contra o tempo."
O tratamento não pode esperar decisões judiciais ou processos demorados.
A doença também não espera.
O custo do tempo
Cada aplicação custa mais de R$ 71 mil.
E precisa ser feita com urgência.
Sem isso, não há nada que contenha o avanço da doença.
A rotina mudou completamente.
Duda convive com dores intensas e limitações.
Mesmo assim, mantém o foco no que importa.
"Agora não é mais só sobre mim… é por mim, por ele, pela minha família."
Entre o nome e a esperança
Rafael ainda é pequeno demais para entender.
Mas o nome que carrega ganhou outro significado dentro da casa e virou um apelo, uma torcida, que você pode ajudar a concretizar.
A vaquinha foi criada para viabilizar o início imediato do tratamento.
Porque, neste momento, tempo é mais do que urgência. É a chance da Duda ver o seu filho crescer.
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