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Julgamento de acusado de matar personal trainer em Montenegro será nesta sexta-feira

Os trabalhos serão transmitidos ao vivo através do canal do TJRS no Youtube.

22 abr 2025 - 17h29
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O julgamento do acusado de matar a companheira, a personal trainer Débora Michels, em janeiro de 2024, será realizado nesta sexta-feira (25/04), a partir das 8h, no Salão do Júri da Comarca de Montenegro (Rua Dr. Amaury Daudt Lampert, 303, andar térreo, Bairro Senai). A vítima foi encontrada morta em frente à casa dos pais dela, em Montenegro, no Vale do Caí.

Foto: Reprodução/Rede Social / Porto Alegre 24 horas

O Tribunal do Júri será presidido pela Juíza de Direito Débora de Souza Vissoni, da 1ª Vara Criminal da Comarca de Montenegro, responsável pelo processo. O júri, que estava marcado para ocorrer no mês passado (06/03), acabou não ocorrendo, após o réu revogar os poderes concedidos à sua defesa técnica um dia antes da sessão. Os trabalhos serão transmitidos ao vivo através do canal do TJRS no Youtube, pelo link: Transmissão Júri Caso Personal Débora

Julgamento

O réu responde ao processo pelo crime de homicídio qualificado por feminicídio (cometido contra mulher em contexto de violência doméstica e familiar), motivo torpe, meio cruel e recurso que dificultou a defesa da vítima. Ele está preso na Penitenciária Estadual de Canoas I.

Na acusação, atuará a Promotora de Justiça Rafaela Hias Moreira Huergo e a Assistente de Acusação Samanta Dannus. Fará a defesa do réu o Advogado Ezequiel Vetoretti. Serão ouvidas seis testemunhas: três de acusação e três de defesa. Ocorrerão também o depoimento de um perito e o interrogatório do acusado.

Caso

Conforme o Ministério Público, o réu, de 49 anos, cometeu o crime na residência do casal, na madrugada de 26/01/24, de forma premeditada. O motivo seria a inconformidade com o término do relacionamento. Depois, o acusado teria recolhido o corpo, colocado em seu veículo e o abandonado em frente à casa dos pais de Débora que, na época, tinha 30 anos de idade. A morte, conforme certidão de óbito, foi causada por asfixia mecânica. De acordo com a denúncia, o motivo torpe está caracterizado pelo sentimento de posse do réu em relação à vitima.

A prisão preventiva dele foi decretada no dia 27/1/24.

Texto: Janine Souza/TJRS

Porto Alegre 24 horas
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