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Israel anuncia bombardeio ao Líbano três dias após cessar-fogo

30 nov 2024 - 14h37
(atualizado às 14h55)
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O cessar-fogo entre Israel e Hezbollah, que entrou em vigor há três dias, foi interrompido. Em um comunicado, o Exército israelense anunciou que realizou bombardeios no sul do Líbano após detectar atividade "que representava uma ameaça".

Israel anuncia que bombardeou sul do Líbano três dias após concordar com cessar
Israel anuncia que bombardeou sul do Líbano três dias após concordar com cessar
Foto: fogo - depositphotos.com / ShU_Studio / Perfil Brasil

Antes disso, o Exército do Líbano havia relatado múltiplas infrações por parte das forças israelenses desde a ativação do cessar-fogo na última quarta-feira (27). O Hezbollah, por sua vez, acusou o país de impedir que civis cruzassem a fronteira e retornassem ao Líbano. Enquanto isso, Israel afirmou ter respondido ao avistar veículos suspeitos em áreas litorâneas. Os episódios culminaram com ataques aéreos israelenses em resposta a atos.

Entre os incidentes destacados pelas Forças Armadas de Israel, houve o bombardeio aéreo contra membros do Hezbollah que, segundo Israel, se aproximavam de infraestruturas do grupo no Sul do Líbano. Outro ataque foi a destruição de uma instalação de foguetes do Hezbollah

O cessar-fogo no Líbano foi eficaz?

A eficiência do cessar-fogo preocupa autoridades e civis de ambos os países que anseiam por estabilidade regional. A presença militar, tanto de Israel quanto do Hezbollah, gera insegurança e medo entre os moradores locais.

A trégua, mediada por França e Estados Unidos, havia surgido como um alívio esperado após conflitos intensos nos últimos meses. Ficou acordado que Israel devia retirar suas tropas do sul do Líbano em dois meses, enquanto o Hezbollah deveria deslocar suas forças para o norte do rio Litani e desmantelar suas operações militares no sul. Este pacto tenta restaurar a paz e garantir que ambas as partes trabalhem para uma resolução pacífica e sustentável.

No entanto, a desconfiança mútua permanece alta, alimentada por incidentes como os ocorridos recentemente. Os desafios são ainda maiores devido ao envolvimento de potências regionais de influência como o Irã, que apoia o Hezbollah, complicando ainda mais as negociações de paz.

Perfil Brasil
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