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Humorista confessa ter matado miss de cidade da Bahia

Após o corpo de miss de cidade baiana ser encontrada no Paraná, humorista confessa o crime

9 jun 2025 - 16h50
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Humorista confessa ter matado miss de cidade da Bahia
Humorista confessa ter matado miss de cidade da Bahia
Foto: Reprodução/ Instagram / Contigo

O desaparecimento de Raissa Suellen Ferreira da Silva, jovem baiana de 21 anos e vencedora do título Miss Serra Branca Teen em 2020, teve um desfecho trágico no início da tarde desta segunda-feira (9). O corpo da modelo foi localizado em uma área de mata no município de Araucária, na Região Metropolitana de Curitiba. O humorista Marcelo Alves, amigo de infância de Raissa, confessou o assassinato e indicou à Polícia Civil do Paraná onde havia enterrado o corpo, que foi encontrado envolto em uma lona e será submetido a exames periciais.

Raissa havia desaparecido no dia 2 de junho, quando se preparava para viajar de Curitiba, onde vivia há três anos, para Sorocaba (SP), com a expectativa de iniciar um novo emprego. Segundo relatos da família, a jovem estava animada com a mudança. Em um vídeo enviado ao g1, ela aparece dentro de um carro se despedindo das amigas antes de supostamente seguir viagem. No entanto, segundo a delegada Aline Manzatto, Marcelo levou Raissa até sua casa naquele mesmo dia, após um almoço. Lá, teria declarado estar apaixonado, mas ao ser rejeitado, afirmou ter se sentido ofendido e tomado por um impulso violento.

De acordo com a investigação, o suspeito estrangulou Raissa utilizando uma abraçadeira plástica, após uma discussão. "Isso despertou uma ira dele. Disse que ficou com ódio e descontrolado", explicou a delegada. Marcelo relatou que deixou o corpo da jovem em um cômodo da casa por alguns minutos, e ao retornar, confirmou que ela já estava sem vida. Em seguida, enrolou o corpo em uma lona e o amarrou com fita adesiva. Segundo seu próprio depoimento, ele chegou a contar com a ajuda do filho para transportar o corpo até a área onde foi enterrado.

O caso chocou os familiares e amigos da vítima, principalmente por envolver uma figura próxima. Segundo a delegada, Marcelo conhecia Raissa desde a infância, quando ela era treinada por ele em um projeto de Kung Fu na Bahia. A relação entre eles teria se estreitado após ambos se mudarem para Curitiba. "Ele conhecia tanto a Raissa desde pequena quanto toda a família dela", declarou Aline Manzatto.

O advogado de defesa, Caio Percival, afirmou que Marcelo não planejou o crime e que está colaborando com a Justiça. "Estamos falando de um crime passional. Marcelo é réu primário, tem bons antecedentes e foi arrastado por uma paixão descontrolada a essa situação", justificou.

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