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Glow da pele: mais do que beleza, um reflexo da saúde cutânea

Brilho natural vai além da estética, o segredo está na saúde da barreira cutânea, na hidratação e em cuidados personalizados

5 set 2025 - 11h57
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O brilho natural da pele, conhecido como glow, não surge por acaso. Ele depende da integridade da barreira cutânea, da hidratação adequada e de cuidados consistentes com a saúde da pele.

Foto: Perfil Brasil

Por que o glow acontece?

Segundo a dermatologista Dra. Flávia Brasileiro, o glow é resultado de uma combinação de fatores anatômicos, celulares e bioquímicos. Tudo começa na camada mais externa da epiderme, o estrato córneo. Essa região é composta por células mortas, os corneócitos, envoltas em uma matriz lipídica rica em ceramidas, colesterol e ácidos graxos.

Quando essa estrutura está íntegra e bem hidratada, a superfície da pele se torna lisa e regular. Assim, a luz consegue refletir de forma uniforme, criando o tão desejado brilho saudável. Além disso, a hidratação reduz a perda de água, preservando a transparência da pele e evitando a descamação visível.

O que interfere negativamente no brilho?

Quando a barreira da pele sofre danos, mesmo que microscópicos, a luz se dispersa de maneira irregular. Isso causa opacidade e um aspecto cansado. Nessa condição, a falta de coesão entre os corneócitos também pode provocar inflamações leves e perda de lipídios essenciais.

Para evitar esse cenário, a Dra. Flávia recomenda o uso de ativos como niacinamida, ceramidas, pantenol e ácido hialurônico. Esses ingredientes fortalecem a barreira cutânea e promovem a coesão celular.

Como os procedimentos estéticos ajudam?

Além dos dermocosméticos, os tratamentos estéticos contribuem para melhorar o glow da pele. A hidrodermoabrasão com Hydrafacial, por exemplo, remove células mortas e excesso de sebo, enquanto repõe água e antioxidantes essenciais. Isso aumenta a clareza óptica da pele e reduz a opacidade.

Outra opção eficaz é o uso de lasers. Eles estimulam a renovação celular e promovem a chegada de células mais coesas à superfície da pele. O resultado é uma textura mais uniforme e uma melhor reflexão da luz.

O papel do colágeno e das rugas

A firmeza da pele também influencia na luminosidade. O colágeno, presente na derme, mantém a pele elástica e resistente. Quando ele se degrada, seja pelo envelhecimento ou por fatores como sol e poluição, o glow diminui. Procedimentos com bioestimuladores, ultrassom microfocado e lasers podem ajudar a restaurar essa firmeza.

As rugas, por sua vez, dificultam a reflexão regular da luz. A toxina botulínica suaviza as linhas de expressão e melhora a uniformidade da superfície da pele, o que realça a luminosidade natural.

Manchas também afetam o brilho

A pigmentação irregular da pele reduz o glow. A melanina, quando mal distribuída, forma manchas que interferem na reflexão da luz. Nesse caso, o laser Quadri Pico pode ser uma excelente solução. Ele age diretamente sobre os grânulos de melanina, tratando melanoses solares, sardas e outros tipos de hiperpigmentação. O tratamento normalmente envolve quatro sessões, com intervalos de 15 dias.

Glow verdadeiro exige acompanhamento médico

Por fim, a Dra. Flávia reforça que cada pele é única. Nem sempre a falta de brilho se deve apenas à hidratação insuficiente. Portanto, consultar um dermatologista é essencial para identificar as causas e definir o melhor plano de cuidados.

Fontes

Dra. Flávia Brasileiro - Dermatologista, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia. Instagram: @draflaviabrasileirodermato

Dr. Abdo Salomão Jr. - Dermatologista, doutor pela USP e referência em tecnologias dermatológicas. Instagram: @drabdosalomao

Perfil Brasil
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