Comportamento

Universidades brasileiras sofrem onda antisemita

5 mai 2024 - 15h46
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Nos Estados Unidos, renomadas universidades como Columbia e NYU têm vivenciado uma onda antissemita bastante grave. No Brasil, os números de denúncias nas instituições aumentaram 257% (dados do Departamento de Segurança Comunitária) desde o início do conflito entre Israel e Hamas em comparação ao período anterior.
Diante desse cenário, algumas medidas vêm sendo implementadas para que evitar que a situação ganhe maiores proporções.
"Por conta do aumento dos casos, criamos na Fisesp (Federação Israelita do Estado de São Paulo) um grupo que tem feito visitas às reitorias de várias faculdades para expor sua preocupação com a integridade física e mental dos alunos. Nessa aproximação, as instituições se comprometeram a lutar contra o antissemitismo e dar lugar a debates balanceados sobre a questão do Oriente Médio", explica Marcos Knobel, presidente da Fisesp.
"Em uma das principais universalidades públicas do país foi montado um comitê de sindicância para analisar cada denúncia, inclusive com a presença de um professor judeu. Também foram criados canais diretos com a reitoria para qualquer denúncia", conclui ele.

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