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5 decisões para alcançar a felicidade em 2026

Especialista detalha dicas práticas e incentiva decisões mais conscientes para superar os desafios da volta à rotina

13 jan 2026 - 14h06
(atualizado às 15h42)
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Em 2026, decisões simples e mais conscientes poderão ajudar na conquista da felicidade no cotidiano, segundo Alvaro Fernando, escritor, compositor, formado em Direito pela USP e Master em Programação Neurolinguística pela SBPNL (Sociedade Brasileira de Programação Neurolinguística).

Choosing future profession. Girl standing in front of drawn signs on asphalt, top view. Arrows pointing in different directions as diversity of opportunities
Choosing future profession. Girl standing in front of drawn signs on asphalt, top view. Arrows pointing in different directions as diversity of opportunities
Foto: Revista Malu

O especialista reúne práticas que ajudam a dar clareza nos momentos decisórios de decisões da vida real, abrindo perspectivas para que seja possível transformar pequenos enganos e dúvidas em mais oportunidades de bem-estar.

"A maior fonte de infelicidade é a ignorância no sentido de você não ter aquele conhecimento e recusar, por exemplo, uma viagem achando que ela vai te fazer mal. Mas a viagem pode ser o momento mais maravilhoso da sua vida. Isso é a infelicidade produzida pela falta de clareza", explica Alvaro Fernando, que lista cinco decisões objetivas e profundas, ancoradas na vida real e com um ponto em comum: combater a ignorância praticada no nosso tempo.

Confira as decisões que poderão ser fontes de felicidade em 2026:

1 - Largue o que não te interessa

Este ano mudará mais pelo que você encerra do que pelo que adiciona. Antes de definir metas, decida o que você precisa parar de fazer. É importante listar duas coisas mantidas apenas por inércia. Pergunte: "isso me aproxima ou me afasta da vida que quero?". Depois, decida um encerramento concreto. Pequeno. Executável. Em vez de "quero mudar minha rotina", estabeleça "essa atividade não entra mais na minha agenda". Ninguém precisa ser avisado. Não há necessidade de confronto. O impacto vem do espaço liberado. "Às vezes, o encerramento mais difícil não é com pessoas, mas com versões antigas de nós mesmos", esclarece Alvaro Fernando.

2 - Escape dos maus exemplos

Pessoas desonestas avançam rápido porque cortam caminhos. Em ambientes obcecados por visibilidade, isso vira sinal de competência. O perigo começa quando essa ação vira referência e o errado vira normal, fazendo com que o "normal" vire aceitável e esse "aceitável" seja desejável. Quando a desonestidade vira modelo, você piora de repente. Tudo piora ao seu redor. Por esses motivos, o especialista recomenda: "encontre referências de pessoas honestas, aprenda com elas, junte-se a elas".

3 - Procure saber de verdade

Descarte as opiniões rápidas. Aumente o contato com materiais longos, como livros, entrevistas profundas, aulas completas. Opiniões rápidas tendem a ser papo furado. Para Alvaro Fernando, o essencial é fugir de opiniões instantâneas, que se autodenominam sem comprovação como: verdade científica absoluta, enviesada em física quântica e neurociência.

4 - Ajude os outros a se entenderem

Ser uma pessoa inteligente e fazer a sua conta fechar ajuda os outros a se entenderem, criando uma onda capaz de construir um mundo melhor. Para isso acontecer, é preciso fazer a sua parte. Opiniões precisam fazer sentido, ser comprovadas como uma conta matemática: um mais um é dois. Resultados diferentes, não estão em discussão. "Se você diz combater o machismo e defender as mulheres, mas consome, curte e reproduz letras de músicas — que colocam a mulher sempre em posição desvantajosa, sexualizada ou desumanizada, a conta não fecha. Percebe?", diz Alvaro Fernando. Quando a conta não fecha, não é gosto pessoal. É ignorância pelo fato de não entender e não querer aprender. Examinar com cuidado o que você pensa e apoia é fundamental na construção de um mundo melhor.

5 - Escolha o seu lugar

Por fim, o escritor propõe: "Neste exato momento, alguém está no metrô de Nova York. Outro está nadando em Fernando de Noronha. Um pescador capturou um lambari numa lagoa enquanto uma pessoa assiste a uma série no conforto do ar-condicionado. Cada lugar produz um estilo de vida diferente", ressalta o especialista. Nesse sentido, é importante entender se você mora onde escolheu ou apenas foi ficando. Avaliar onde se vive é exercício de lucidez. Reflita: onde seria o seu lugar ideal? Por que ainda não estou lá? É hora de criar um plano e dar o primeiro passo, mesmo que a montanha seja alta. "Rever anualmente os objetivos e agir é o melhor caminho para ocupar a posição de protagonista da sua vida", afirma Alvaro Fernando.

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