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Pesquisa: EJA é mais freqüentado na região Sul e por mulheres

EJA é mais procurado por mulheres, diz suplemento da Pnad

22 mai 2009 - 10h02
(atualizado às 11h47)
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O IBGE divulgou nesta sexta-feira o suplemento da Pnad 2007 sobre os Aspectos Complementares da Educação de Jovens e Adultos e Educação Profissional no País. De acordo com o estudo, do total daqueles que freqüentavam ou freqüentaram anteriormente a Educação de Jovens e Adultos (EJA), 53% eram mulheres e 47%, homens. A região Sul apresentou o maior percentual de pessoas que freqüentavam um curso de EJA, seguida da região norte: 10,5% e 9,1%, respectivamente. Na seqüência, estão as regiões Centro-Oeste, Sudeste e Nordeste.

A pesquisa também mostrou que maioria dos que cursavam EJA, na época da pesquisa, era formada por pessoas que se declaravam pardas, total de 47,2%, seguidas por brancas, pretas e de outra cor ou raça. Realizado em convênio com o Ministério da Educação, o estudo buscou captar o alcance dessas formas de educação e traçar um perfil das pessoas que recorrem a elas.

A pesquisa também verificou um crescimento na participação das pessoas que freqüentavam ou freqüentaram anteriormente algum curso de Educação de Jovens e Adultos nos grupos de 18 a 39 anos de idade, declinando nos seguintes. No grupo etário de 30 a 39 anos, 10,7% procuraram cursos de EJA, seguido pelos grupos de 40 a 49 anos (8,6%), de 18 ou 19 anos (7,5%) e de 50 anos ou mais (4,6%).

A Educação de Jovens e Adultos (EJA) era freqüentada em 2007, ou anteriormente, por cerca de 10,9 milhões pessoas, o que correspondia a 7,7% da população com 15 anos ou mais de idade. Das cerca de 8 milhões de pessoas que passaram pela EJA antes de 2007, 42,7% não concluíram o curso, sendo que o principal motivo apontado para o abandono foi a incompatibilidade do horário das aulas com o de trabalho ou de procurar trabalho (27,9%), seguido pela falta de interesse em fazer o curso (15,6%).

Segundo Eduardo Pereira Nunes, presidente do IBGE, observa-se no País que jovens e adultos têm grandes dificuldades em complementar os estudos, pois é difícil conciliar essa atividade com o próprio trabalho.", afirmou.

Eduardo Pereria Nunes apontou também que uma das soluções para a educação no País é o combate ao trabalho infantil para que as crianças possam freqüentar a escola de forma adequada. "Muitos (dos entrevistados) tiveram que conciliar na infância trabalho com estudo e quanto menor for o trabalho infantil, menor será a necessidade de investimento na educação de jovens e adultos."

Fonte: Redação Terra
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