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Conjuntivite alérgica é comum no inverno

Em sua variação não contagiosa, doença atinge milhares de brasileiros todos os anos

29 jun 2018
13h20
atualizado em 30/6/2018 às 14h41
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Na região Centro-Oeste, a chegada do inverno coincide com o período de estiagem. O clima seco e a poeira comuns nessa época do ano costumam aumentar o número de casos de conjuntivite alérgica, uma inflamação do olho que surge quando estamos expostos a uma substância alergênica, causando vermelhidão ocular, coceira, inchaço e produção excessiva de lágrimas. Segundo a Associação Brasileira de Alergia e Imunologia (Asbai), nesse período, cerca de 20 a 30% dos brasileiros sofrem com algum tipo de alergia, e seis, a cada 10 alérgicos, têm a manifestação nos olhos durante as crises. "É uma patologia relativamente comum, mas que se agrava nessa época do ano, principalmente por conta do vento, poeira, propagação de ácaros e fungos, muitas vezes presentes até nos casacos que passam o ano todo no guarda-roupa e agora são retirados sem a limpeza necessária", explica o Dr. Eduardo Rocha, médico do HOB - Hospital Oftalmológico de Brasília, uma empresa do grupo Opty.

De acordo com o oftalmologista, a conjuntivite alérgica apresenta formas mais brandas e outras mais sérias, nas quais as manifestações podem permanecer por vários meses e, se não tratadas, podem afetar também a córnea, levando à baixa visão. "Felizmente, ela não é contagiosa. No entanto, somente o oftalmologista poderá diferenciar os quadros alérgicos dos infecciosos (virais ou bacterianos), que têm maior potencial de transmissão", afirma o oftalmologista.

Foto: DINO

A secreção produzida pelos olhos também é diferente na conjuntivite alérgica, como explica o Dr. Rocha. Na variante alérgica, a secreção é clara; na conjuntivite viral ela é mucopurulenta; e na bacteriana, tem aspecto amarelo-esverdeado. "Pacientes com histórico de asma, rinite ou dermatites alérgicas são mais frequentemente acometidos", ressalta o médico.

Para o tratamento, é importante identificar o causador da alergia e promover o controle do ambiente, evitando acúmulo de mofo, pelos de animais e poeira. "O uso de colírios, medicamentos anti-histamínicos ou anti-inflamatórios podem ser recomendados, além da aplicação de compressas frias para reduzir o inchaço. Uma das orientações mais importantes dadas aos pacientes é que se deve evitar ao máximo coçar os olhos, um ato que traumatiza as estruturas oculares e causa mais inchaço", conclui Dr. Rocha.

Sobre o Opty
Anteriormente chamado de Hospital de Olhos do Brasil (HOBrasil), o Grupo Opty nasceu em abril de 2016 a partir da união de médicos oftalmologistas e do fundo de investimento Pátria, dando origem a um negócio pioneiro no setor oftalmológico do Brasil. O grupo aplica um novo modelo de gestão associativa que permite ampliar o poder de negociação, o ganho em escala e o acesso às tecnologias de alto custo, preservando a execução da oftalmologia humanizada e oferecendo tratamentos e serviços de última geração em diferentes regiões do País. No formato, o médico mantém sua participação nas decisões estratégicas, mantendo o foco no exercício da medicina.

Atualmente, o Grupo Opty é o maior grupo de oftalmologia da América Latina, agregando oito empresas oftalmológicas, 1400 colaboradores e 400 médicos oftalmologistas. O Instituto de Olhos Freitas (BA), o DayHorc (BA), o Instituto de Olhos Villas (BA), o Hospital Oftalmológico de Brasília, o Grupo INOB (DF), o Hospital de Olhos Santa Luzia (AL), o Hospital de Olhos Sadalla Amin Ghanem (SC) e o HCLOE (SP) fazem parte dos associados, resultando em 19 unidades de atendimento.



Website: http://www.hobr.com.br

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