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Dentista é presa após xingar garçom em boate; defesa diz que mulher surtou

Camila Magalhães Bonfim Ribeiro foi detida depois de chamar trabalhador de "negrinho"; defesa alega surto psicótico

9 set 2025 - 12h34
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Uma dentista foi presa em flagrante por injúria racial na madrugada deste domingo (7), em Vitória. De acordo com informações divulgadas pelo G1 e Tv Gazeta, da Globo, Camila Magalhães Bonfim Ribeiro ofendeu um garçom de 42 anos em uma boate no bairro Praia do Canto, chamando-o de "negrinho", inclusive na frente de policiais militares, conforme consta no Boletim de Ocorrência.

A dentista Camila Magalhães Bonfim Ribeiro foi presa por injúria racial em Vitória, neste domingo (7). Espírito Santo. —
A dentista Camila Magalhães Bonfim Ribeiro foi presa por injúria racial em Vitória, neste domingo (7). Espírito Santo. —
Foto: TV Gazeta / Contigo

A confusão teve início quando a dentista se recusou a pagar pelas bebidas consumidas. Testemunhas relataram que ela começou a fazer insultos e ameaças dentro do local, sendo contida pela equipe de segurança após tentar fugir do estabelecimento. Com a chegada da Polícia Militar, Camila continuou afirmando que não pagaria pelo consumo.

Segundo o registro policial, durante a abordagem, a mulher disse ter sido agredida. Entretanto, pessoas presentes informaram que os ferimentos foram provocados por quedas em razão do estado de embriaguez, quando bateu a cabeça no balcão. Encaminhada ao Hospital de Urgência e Emergência de Vitória (HEUE), foram constatados arranhões no joelho e um corte na cabeça. Após atendimento, ela foi levada para a 1ª Delegacia Regional de Vitória. A Polícia Civil confirmou que Camila foi autuada em flagrante por injúria racial e conduzida ao sistema prisional.

O que diz a defesa da dentista?

A advogada Angélica Damasceno Romeiro, que representa Camila, afirmou que a cliente sofreu um surto psicótico e estava em situação de fragilidade. Segundo a defesa, a própria dentista acionou a Polícia Militar buscando proteção.

Em nota, a advogada alegou ainda que Camila teria sido vítima de agressão na casa noturna e repudiou qualquer prática discriminatória. "Reiteramos que Camila afirma que em nenhum momento buscou proferir ofensas de cunho racial. Ressaltamos que a tentativa de inverter a condição de vítima para transformá-la em agressora não condiz com a realidade dos fatos", declarou.

O caso segue sob investigação.

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