De dores de cabeça a náuseas: saiba os benefícios surpreendentes do chá de erva-doce
A erva-doce é uma das plantas medicinais mais comuns entre os brasileiros. Também conhecida como anis-verde ou pimpinela-branca, a erva-doce é capaz de aliviar diferentes tipos de incômodos, graças às suas propriedades analgésicas e anti-inflamatórias.
A erva-doce é uma das plantas medicinais mais comuns entre os brasileiros. Também conhecida como anis-verde ou pimpinela-branca, ela é capaz de aliviar desde dores de cabeça até náuseas, graças às suas propriedades analgésicas e anti-inflamatórias.
Seu chá, geralmente feito com as sementes secas, possui um sabor adocicado e um aroma marcante. A bebida é rica em flavonoides, ácido málico e ácido cafeico, além de compostos bioativos com propriedades digestivas, laxativas e que atuam contra gases.
Esses compostos bioativos da erva-doce também apresentam grande quantidade de vitamina C e antioxidantes, agentes capazes de fortalecer a imunidade do organismo.
Se a intenção é melhorar o processo de digestão, a erva-doce pode ser uma aliada. Por conter anetol, substância com ação antiespasmódica que relaxa a musculatura lisa, os movimentos peristálticos do intestino diminuem, o que ajuda a reduzir cólicas e flatulências, sendo útil também durante o período menstrual.
Por isso, o consumo do chá é recomendado para aliviar gases, náuseas, prisão de ventre, cólicas, má digestão e dores de cabeça. Além disso, a planta possui efeito ansiolítico, funcionando como um calmante natural.
Contraindicações
Apesar de ser um recurso medicinal natural, é importante evitar exageros. O consumo deve ser feito de forma equilibrada, já que os benefícios vêm da constância e não do excesso.
A recomendação é ingerir entre 1 g e 3,5 g da erva-doce, o equivalente a uma ou duas colheres, até três vezes ao dia, preferencialmente após as refeições.
O consumo é contraindicado para pessoas que fazem uso de medicamentos com efeito anticoagulante, suplementação com ferro, pessoas alérgicas ao anis ou ao anetol, gestantes, lactantes e crianças menores de 12 anos. Além disso, mulheres com câncer de mama devem consumir apenas com orientação médica.