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Criança de 6 anos morre após tumor cerebral ser confundido com cansaço

Um menino de apenas 6 anos morreu após tumor cerebral ser confundido com cansaço

31 ago 2025 - 13h54
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O pequeno Taylan Kurtul, de apenas 6 anos, morreu no Reino Unido após complicações decorrentes de um tumor cerebral. O menino, natural de Leicestershire, teve seu primeiro sintoma em maio de 2023, quando relatou estar com a visão turva. Após uma consulta, um oftalmologista descartou problemas sérios, tranquilizando a família. Porém, nas semanas seguintes, novos sinais apareceram: fadiga intensa, dores abdominais, instabilidade ao andar, tonturas e alterações emocionais. Inicialmente, os pais atribuíram os episódios ao cansaço causado por atividades escolares e esportivas.

Criança de 6 anos morre após tumor cerebral ser confundido com cansaço / Reprodução
Criança de 6 anos morre após tumor cerebral ser confundido com cansaço / Reprodução
Foto: Contigo

Preocupados com a piora, os familiares buscaram outra opinião médica. Em uma nova consulta, o menino foi submetido a exames mais detalhados, incluindo tomografia e ressonância magnética. Os resultados revelaram um meduloblastoma de alto grau, tumor cancerígeno que se desenvolve no cerebelo e pode se espalhar rapidamente pelo sistema nervoso central. Em entrevista ao Daily Mail, a mãe, Laura Kurtul, recordou o impacto da notícia: "Pensei que talvez ele estivesse apenas exausto e precisasse de uma pausa. Mas então eu e meu marido fomos informados do inimaginável".

Tratamentos e complicações após a cirurgia

O menino passou por cirurgia para retirada do tumor, que conseguiu remover 99% da massa. Em seguida, enfrentou sessões de radioterapia e quimioterapia. Contudo, desenvolveu síndrome da fossa posterior, complicação registrada em cerca de 30% dos pacientes submetidos a procedimentos nessa região cerebral. A condição compromete a fala, a locomoção e até funções básicas, como comer e controlar movimentos musculares. Em alguns casos, há melhora lenta, mas com Taylan os sintomas permaneceram, deteriorando sua qualidade de vida.

Com o avanço do quadro, surgiram ainda sinais de demência precoce. Diante do sofrimento constante, os pais enfrentaram uma escolha devastadora. Decidiram interromper os tratamentos, entendendo que não havia mais perspectiva de recuperação. "Sentíamos que estávamos apenas adiando o inevitável, enquanto nosso filho ficava cada vez mais doente", desabafou Laura Kurtul. A família agora busca levantar recursos para apoiar pesquisas que possam, no futuro, ajudar outras crianças com a mesma condição.

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