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SP reduz tempo de quarentena para vacinados com covid-19

Isolamento para quem tiver sintomas será de sete dias; autoridades de Estados Unidos, França e Rio de Janeiro fizeram mudanças recentes

10 jan 2022 17h05
| atualizado às 17h15
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Paciente com Covid-19 em hospital de São Paulo
08/04/2021
REUTERS/Amanda Perobelli/File Photo
Paciente com Covid-19 em hospital de São Paulo 08/04/2021 REUTERS/Amanda Perobelli/File Photo
Foto: Reuters

A Secretaria da Saúde do Estado de São Paulo reduziu o período de quarentena para pessoas infectadas com o novo coronavírus que já tenham se vacinado. A recomendação agora é de isolamento de sete dias para pessoas que apresentem sintomas e de cinco dias para os assintomáticos. Mudanças no período de quarentena já haviam sido adotadas em recomendações de autoridades dos Estados Unidos, França e no Rio de Janeiro. O Ministério da Saúde também estuda uma mudança nesse prazo.

O titular da pasta da Saúde paulista, Jean Gorinchteyn, pontuou, no entanto, que é preciso avaliar de forma correta o início dos sintomas. Segundo ele, a transmissão ocorre nos primeiros três dias de sintomas. Os prazos estabelecidos são de comum acordo com o Ministério da Saúde, segundo Gorinchteyn.

Há duas semanas, o Centro para Controle e Prevenção de Doenças (CDC, na sigla original) também adotou o novo intervalo de isolamento como recomendação para os infectados pela covid nos Estados Unidos. A orientação é que, após cinco dias, aqueles que não apresentem sintomas da doença ou já estejam imunizados possam retomar o convívio social desde que usem máscara facial por mais cinco dias quando estiverem com outras pessoas.

"A mudança é motivada pela demonstração científica de que a maior parte da transmissão ocorre no início do curso da doença, geralmente 1-2 dias antes do início dos sintomas e 2-3 dias depois", afirmou o órgão, em nota. Para todos os cidadãos expostos ao coronavírus, o CDC também recomenda um teste de antígeno no 5º dia após a exposição. Caso haja sintomas, a quarentena se torna imediatamente obrigatória, até que um novo diagnóstico confirme que os sintomas não são atribuíveis à covid-19.

 

Estadão
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