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Brasil registra 99 mortes por coronavírus nas últimas 24h

No total já são 1.223 mortes. Número de infectados saltou de 20.727 para 22.169, segundo dados do Ministério da Saúde;

12 abr 2020 17h25
| atualizado às 17h35
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Um coveiro é visto durante o enterro de Ester Melo da Silva, 67 anos, que morreu em razão da doença por coronavírus (COVID-19), no cemitério Parque Tarumã em Manaus, AM, Brasil. 10/04/2020. REUTERS/Bruno Kelly
Um coveiro é visto durante o enterro de Ester Melo da Silva, 67 anos, que morreu em razão da doença por coronavírus (COVID-19), no cemitério Parque Tarumã em Manaus, AM, Brasil. 10/04/2020. REUTERS/Bruno Kelly
Foto: Reuters

O Brasil registrou neste domingo (12), 99 novas mortes provocadas pela covid-19 e 1.442 novos casos da doença nas últimas 24 horas, segundo informações do Ministério da Saúde.

Com isso, em todo o País, o número de mortes de pessoas infectadas pelo novo coronavírus chegou a 1.223 com um total de 22.169 casos. No dia anterior, eram 20.727 casos confirmados.

O Estado de São Paulo continua sendo o mais afetado, com 8.755 casos e 588 mortes, seguido por Rio de Janeiro (2.855 e 170 óbitos), Ceará (1.676 e 74 ) e Amazonas ( 1.206 e 62).

Neste sábado (11), a adesão da população de São Paulo ao isolamento social como forma de evitar a propagação do novo coronavírus ficou em 55%. Na quinta-feira, o índice de isolamento social atingiu apenas 47%. O governo de São Paulo afirma que o ideal é 70% de isolamento para conter o avanço da doença no Estado, o mais afetado no País, com o maior número de mortes e casos confirmados.

A taxa de isolamento vem sendo medida pelo governo paulista com o apoio das operadoras de telefonia e é referente a 40 cidades com população acima de 30 mil habitantes. Em nenhuma delas o índice chegou aos 70%. As cidades com o menor índice neste sábado foram Limeira e Presidente Prudente, interior do Estado, com apenas 47% de isolamento. Já São Vicente foi a cidade com o maior índice, 62%.

Na última quinta-feira (9), o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), prometeu tomar medidas mais rigorosas caso a adesão popular ao isolamento social não cresça espontaneamente nesta semana. Entre essas medidas estão a aplicação de multa e até a prisão de quem desrespeitar o distanciamento, visto como essencial para mitigar a propagação do novo coronavírus. "Espero que não tenhamos que chegar nesse patamar, mas se for necessário faremos em defesa da vida."

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Estadão
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