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Anvisa forma maioria para aprovar uso emergencial de vacinas

Meiruze Freitas, Romison Mota e Alex Campos votaram a favor das solicitações em reunião extraordinária do órgão regulador

17 jan 2021 14h20
| atualizado às 15h11
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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) atingiu maioria de votos para aprovar o uso emergencial das vacinas da AstraZeneca e da Sinovac contra o coronavírus, em reunião neste domingo, abrindo caminho para o início da imunização no Brasil contra uma doença que já deixou quase 210 mil mortos.

Frasco com CoronaVac no Instituto Butantan 
12/1/2021 REUTERS/Amanda Perobelli
Frasco com CoronaVac no Instituto Butantan 12/1/2021 REUTERS/Amanda Perobelli
Foto: Reuters

No caso da CoronaVac, da chinesa Sinovac, a relatora dos pedidos, Meiruze Freitas, impôs como condição para o uso emergencial a assinatura pelo Instituto Butantan, autor do pedido, de um termo de compromisso para apresentação de mais dados sobre a vacina até 28 de fevereiro, e a subsequente publicação no Diário Oficial.

Três dos cinco diretores do órgão regulador votaram a favor do uso emergencial de 2 milhões de doses da vacina desenvolvida pela AstraZeneca em parceria com a Universidade de Oxford, que serão importadas da Índia pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), e de 6 milhões de doses da CoronaVac importadas da China pelo Instituto Butantan. Ainda faltam dois votos para término da reunião.

Somente a vacina do Butantan está disponível para aplicação imediata na população no momento, uma vez que houve atraso na importações das doses da vacina da AstraZeneca da Índia.

O Ministério da Saúde solicitou na sexta-feira ao Instituto Butantan a "entrega imediata" das doses da vacina CoronaVac para o início da imunização nacional, mas o governo de São Paulo havia dito que pretendia manter uma parte das doses no Estado para iniciar a vacinação.

Neste domingo, o governador de São Paulo, João Doria, afirmou que determinou que o Butantan entregue imediatamente após a aprovação as vacinas ao Ministério da Saúde.

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