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Câmara cancela audiência com Tacla Duran sobre acusações à Lava Jato, Moro e Deltan

STF chegou a conceder habeas corpus para advogado entrar no Brasil sem o risco de ser preso; autoridades da Espanha não analisaram documentos da viagem a tempo, mas sessão será remarcada

19 jun 2023 - 08h19
(atualizado às 08h31)
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Veja Rodrigo Tacla Duran acusando Moro e Deltan na Lava Jato

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  • O requerimento para ouvi-lo foi aprovado na forma de convite, o que significa que ele não é obrigado a comparecer. O advogado afirma ter sido alvo de uma tentativa de extorsão em troca de facilidades para clientes em acordos de delação com a força-tarefa em Curitiba. Ele sustenta que passou a ser 'perseguido' por não compactuar com o que chamou de uma prática 'comercial corriqueira'.

    "O que estava acontecendo não era um processo normal, era um bullying processual, onde me fizeram ser processado pelo mesmo fato em cinco países por uma simples questão de vingança, por eu não ter aceito ser extorquido", afirmou ao ser ouvido em uma audiência na 13.ª Vara Federal Criminal de Curitiba, em março.

    O STF também entrou no caso e mandou a Procuradoria-Geral da República (PGR) dizer se vê elementos para abrir uma investigação sobre as denúncias de Tacla Duran. O caso foi parar no tribunal por atingir o senador Sergio Moro (União-PR), ex-juiz da Lava Jato, e o então deputado Deltan Dallagnol (Podemos-PR), que foi coordenador da força-tarefa, duas autoridades com prerrogativa de foro.

    Em paralelo, o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) trabalha em uma inspeção extraordinária na 13.ª Vara de Curitiba.

    Não será a primeira vez que Tacla Duran é chamado a prestar esclarecimentos ao Legislativo. Em 2017, quando ainda era considerado foragido, ele foi ouvido por videoconferência na CPMI da JBS.

    Estadão
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