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Política

Sem Tarci´sio, Nunes e Marc¸al podem fazer 'revanche' estadual em 2026, diz Paraná Pesquisas

Tarcísio lidera todos os cenários em que é apresentado como opção de voto; sem o governador disputando a reeleição, Ricardo Nunes empata com Pablo Marçal, que está inelegível

25 fev 2025 - 10h52
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Levantamento do Paraná Pesquisas sobre o cenário eleitoral de São Paulo em 2026 aponta que, a um ano e seis meses do pleito, o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) lidera as intenções de voto tanto no cenário estimulado quanto na pesquisa espontânea.

Em um cenário sem o governador disputando a reeleição ao cargo - no caso, por exemplo, de optar pela disputa à Presidência -, o prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB), rivaliza com o empresário e influenciador Pablo Marçal (PRTB), em uma reedição do embate entre os candidatos no primeiro turno da eleição à Prefeitura de São Paulo em 2024.

Marçal, por ora, está inelegível, conforme sentença da 1ª Zona Eleitoral da capital paulista, da qual cabe recurso tanto ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE-SP) quanto ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

O ex-coach Pablo Marçal (PRTB) e o prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB), durante debate entre candidatos à Prefeitura de São Paulo promovido pelo 'Estadão'; ex-rivais na eleição municipal podem ter 'revanche' na eleição de 2026, diz Paraná Pesquisas
O ex-coach Pablo Marçal (PRTB) e o prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB), durante debate entre candidatos à Prefeitura de São Paulo promovido pelo 'Estadão'; ex-rivais na eleição municipal podem ter 'revanche' na eleição de 2026, diz Paraná Pesquisas
Foto: Felipe Rau/Estadão / Estadão

Quanto ao Senado, nomes como o do deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP), do secretário de Segurança de São Paulo, Guilherme Derrite (PL-SP), e do deputado federal Ricardo Salles (Novo-SP) despontam à direita; à esquerda, o jogador Raí (sem partido) e o ministro do Trabalho, Luiz Marinho (PT), são os mais citados. Em 2026, haverá a renovação de dois terços do Senado Federal. Ou seja, duas cadeiras de cada unidade da Federação.

O Paraná Pesquisas realizou 1.650 entrevistas em 86 municípios paulistas entre os dias 20 e 23 de fevereiro. A margem de erro é de 2,5 pontos porcentuais e o índice de confiança é de 95%.

Tarcísio de Freitas lidera todos os cenários de pesquisa estimulada em que foi apresentado como opção de voto. Contra o vice-presidente e ministro Geraldo Alckmin (PSB), Marçal, o ministro Alexandre Padilha (PT) e o ex-prefeito de Santo André, Paulo Serra (PSDB), o governador tem 37,8%, o vice-presidente, 24,7%, o ex-coach, 16,2%, o petista, 4,8%, e o tucano, 3%. Nulos ou brancos são 9%, e 4,5% não souberam responder.

Em um cenário com o ministro Márcio França como o candidato do PSB ao governo, Tarcísio teria 40,3%, Marçal, 17,6%, França, 12,7%, Padilha, 7,1%, e Paulo Serra, 5%. Votos brancos ou nulos são 11,1%, e 6,2% não souberam responder.

O melhor desempenho numérico obtido pelo governador é em um cenário sem a presença de Pablo Marçal como opção de voto. Em um cenário estimulado com Tarcísio, França, Padilha e Serra, o governador tem 48,6% de menções, seguido por França, com 16,6%, Padilha, com 8,5%, e Serra, com 5,9%. Nulos ou brancos somam 13%, e 7,3% não souberam responder.

Em um dos cenários sem a presença de Tarcísio, Ricardo Nunes registra 27% de preferência contra 25,6% de Pablo Marçal. Os adversários na disputa pelo Executivo paulistano em 2024 estão empatados tecnicamente, dentro da margem de erro. França registra 17% de menções, Padilha, 6,3% e Serra, 5,1%. Nulos e brancos somam 12,2%, e 6,8% não responderam.

Sem Pablo Marçal, Nunes lideraria a disputa pelo Executivo paulista em um cenário sem Tarcísio. Nessa configuração, o prefeito paulistano teria 35,8%, seguido por França, com 21,6%, Padilha, com 8% e Serra, com 6,5%. Nulos e brancos representam 20,2% e indecisos, 7,9%.

Na pesquisa espontânea, Tarcísio registra 15,4% de menções. O ministro Fernando Haddad (PT) é a escolha de 1,8%, enquanto 1,6% citam o deputado federal Guilherme Boulos (PSOL-SP). A menção a outros nomes equivale a 4,6%. Nessa modalidade de pesquisa, quando não são apresentados nomes aos entrevistados, 71% não souberam responder, enquanto 5,4% afirmam que votarão branco ou nulo.

Tarcísio afirma que não pretende disputar o Palácio do Planalto, mas o futuro político do governador não é certo. Como mostrou o Estadão, ainda que, em público, o governador se mantenha fora da disputa, aliados avaliam que a candidatura do ex-ministro da Infraestrutura é cada vez mais provável. O secretário Gilberto Kassab (PSD) reitera o discurso do aliado e ressalta que sua sigla lançará o governador Ratinho Júnior, do Paraná, à Presidência em 2026.

Cenário para o Senado

A pesquisa estimulada para o Senado indica que Eduardo Bolsonaro, Guilherme Derrite e Raí lideram a preferência dos entrevistados. O deputado federal lidera o levantamento, com 33,1% de menções, seguido pelo secretário, com 17,6%, e pelo jogador, com 15,2%. O ex-ministro do Meio Ambiente e deputado federal Ricardo Salles registra 10,5%. O deputado federal Marco Feliciano (PL-SP) figura com 8,9% e o ministro Luiz Marinho (PT), com 8,6%.

Detentores das cadeiras que serão renovadas na próxima eleição, Mara Gabrilli (PSD-SP) registra 7,7% de preferência e Giordano (MDB-SP), 1,6%.

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