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Política

Rede de móveis é condenada a pagar R$ 5 mil a funcionária por coagi-la a votar em Bolsonaro

Vítima afirmou que também foi obrigada a fazer boca de urna, incluindo nas redes sociais

9 set 2025 - 22h10
(atualizado às 23h43)
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Resumo
Uma rede de móveis foi condenada a pagar R$ 5 mil a uma funcionária por assédio eleitoral, após comprovação de coação e intimidação para apoiar candidatos nas eleições de 2018.
Urna eletrônica e seção eleitoral na cidade de São Paulo, em 06 de outubro de 2024, primeiro turno das eleições municipais
Urna eletrônica e seção eleitoral na cidade de São Paulo, em 06 de outubro de 2024, primeiro turno das eleições municipais
Foto: WILLIAN MOREIRA/ATO PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO

Uma rede de móveis foi condenada pelo Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região (SP) a pagar uma indenização por assédio eleitoral de R$ 5 mil a uma funcionária. De acordo com a decisão, a vítima foi constrangida a votar no ex-presidente Jair Bolsonaro e no ex-senador Major Olímpio, candidatos apoiados pelo diretor da empresa, nas eleições de 2018.

Na ação, a funcionária detalha que a empresa tinha uma “lista de eleitores”, com dados pessoais e eleitorais dos empregados, que deveriam se comprometer a prestar apoio aos políticos. Além do voto, teriam que fazer boca de urna, inclusive nas redes sociais, para convencer amigos e parentes a fazerem o mesmo.

A defesa da loja confessou que a instituição promoveu candidatos, mas negou que o diretor tivesse exigido as ações dos funcionários. No entanto, uma testemunha confirmou em depoimento que havia uma pressão interna para cumprir os pedidos. Os superiores ameaçavam que, caso os pleiteantes não fossem eleitos, as lojas iriam fechar.

Para a relatora do caso, a conduta do empregador consiste em coação, intimidação, ameaça, humilhação ou constrangimento associados a determinado pleito eleitoral, com o objetivo de influenciar votos e manifestações políticas no ambiente de trabalho.

Fonte: Redação Terra
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