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Apoiadores de Lula são detidos por pichar igreja em MG

Ato de vandalismo aconteceu em Montes Claros, norte de Minas Gerais: Lula Livre, Deus quer Lula Livre e STF Golpista Sujo!

12 abr 2018
11h30
atualizado em 13/4/2018 às 10h25
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Quatro mulheres e um homem foram detidos por pichar o muro de uma igreja com palavras pró-Lula em Montes Claros (MG). A polícia encontrou latas de spray dentro do veículo onde o grupo estava. Vizinhos denunciaram o vandalismo. Na sexta-feira (6), em Belo Horizonte, manifestantes a favor do ex-presidente jogaram tinta vermelha no prédio no qual a presidente do STF, ministra Carmén Lúcia, tem um apartamento.

Muro de igreja foi pichado por apoiadores do ex-presidente Lula
Muro de igreja foi pichado por apoiadores do ex-presidente Lula
Foto: Polícia Militar / Divulgação

O pároco da igreja, Padre Brígido, criticou a forma que o grupo escolheu para se manifestar contra a política. Ele afirmou ao portal de notícias WebTerra que alguns padrões precisam ser respeitados na hora de se expressar politicamente e sugeriu que o local mais apropriado para isso eram as redes sociais.

“Isso é uma falta de respeito, cada um pode ter seu posicionamento político e partidário, pode se expressar, mas a forma como se expressa é que tem que se revista e respeitar alguns padrões antes de sair pichando propriedade particular, prédio público ou depredando como manifestação política. Isso é anti-comunitário. Quer manifestar, usem outros recursos como as redes sociais, por exemplo."

Os cinco detidos foram liberados depois de prestar depoimento na delegacia e o padre disse que ia mandar pintar o muro no mesmo dia.

Pichação em prédio da ministra

Na sexta-feira (6) um grupo de apoiadores do ex-presidente Lula integrantes de movimentos sociais picharam com tinta a fachada do prédio onde mora a ministra Carmen Lúcia, presidente do STF.

A Polícia Militar deteve dois suspeitos que foram liberados após assinar um TCO um tipo de registro policial para infrações de menor gravidade. As Polícias Civil e Federal estão investigando o caso.

Um dos coordenadores do Movimento dos Sem Terra confirmou a participação de integrantes do MST na ação, mas negou que sejam eles os autores do vandalismo.

No dia seguinte, grupos favoráveis a atuação da ministra limparam as calçadas do prédio e deixaram flores para Carmen Lúcia.

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Fonte: Especial para Terra

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