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Política

Homem perseguido por Carla Zambelli comemora prisão da deputada: 'Grande dia'

Luan Araújo acusa a congressista de racismo; ela apontou uma arma para o jornalista em 2022

29 jul 2025 - 18h45
(atualizado às 19h26)
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O jornalista Luan Araújo, que foi perseguido pela deputada federal Carla Zambelli (PL-SP) com uma arma em punho na véspera das eleições de 2022, comemorou a prisão da parlamentar que ocorreu nesta terça-feira, 29, na Itália.

Luan publicou uma foto em que aparece sorrindo e segurando uma lata de cerveja. O jornalista escreveu "Grande dia" na imagem divulgada no Instagram.

O termo se tornou popular numa publicação feita pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) quando o ex-deputado Jean Wyllys (PT) deixou o País em 2019. A expressão posteriormente virou meme e é usada para celebrar reveses da direita.

Luan Araújo celebra a prisão da deputada que teria o perseguido com uma arma
Luan Araújo celebra a prisão da deputada que teria o perseguido com uma arma
Foto: @luanaraujo90 via Instagram / Estadão

Os advogados de Luan alegam que Zambelli, em 29 de outubro de 2022, praticou os crimes de racismo, disparo de arma de fogo e porte ilegal de arma na véspera da eleição. A deputada apontou uma arma para o jornalista e o perseguiu bairro dos Jardins, em São Paulo, após uma discussão com troca de xingamentos.

Carla Zambelli ainda é ré neste caso. Há maioria formada no Supremo Tribunal Federal (STF) para condenar a deputada por porte ilegal de arma e constrangimento ilegal com emprego de arma de fogo e cassar o mandato dela, mas o julgamento está suspenso por um pedido de vista do ministro Kassio Nunes Marques.

Zambelli foi condenada pelo STF a dez anos de prisão pela invasão ao sistema do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Na ocasião, a parlamentar teria sido mentora de um ataque hacker à instituição, em que um mandato falso de prisão contra Alexandre de Moraes foi emitido.

Após a condenação, Zambelli deixou o Brasil rumo à Itália, país em que possui cidadania. A congressista ficou no país Europeu como foragida e teve seu nome incluso na lista vermelha da Interpol, até que foi presa por ação conjunta da Polícia Federal e autoridades italianas.

Estadão
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