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Política

Flávio Bolsonaro diz que mãe e avós foram feitos reféns durante assalto: 'Uma hora de terror'

Segundo o senador, criminosos invadiram casa de familiares querendo saber onde estava o dinheiro que o 'Bolsonaro mandava'

24 ago 2025 - 14h32
(atualizado às 15h30)
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O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) disse neste domingo, 24, por meio das redes sociais, que sua mãe e seus avós foram feitos reféns durante um assalto na casa da família em Resende, no interior do Rio de Janeiro.

Segundo ele, os criminosos usavam arma e abordaram sua mãe exigindo informações sobre dinheiro que teria sido enviado a eles pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ)
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ)
Foto: Wilton Junior/Estadão / Estadão

"Foi mais de uma hora de terror, com arma na cabeça e boca tampada com fita adesiva. Os marginais chegaram abordando minha mãe, dizendo que sabiam quem ela era e querendo saber onde estava o 'dinheiro que o Bolsonaro mandava para meus avós'", relatou o senador em postagem no Instagram.

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Ainda segundo o senador, os criminosos reviraram toda a casa e, sem encontrar o suposto dinheiro, levaram anéis e fugiram no carro do seu avô. O parlamentar afirmou já ter tomado as providências cabíveis.

Em nota, a Polícia Civil afirmou que a investigação está em andamento na 89ª DP (Resende). "Foi realizada perícia de local e os agentes buscam por imagens de câmeras de segurança da região. Outras diligências seguem para identificar e responsabilizar os autores do crime."

O deputado Eduardo Bolsonaro também usou seu perfil no X para falar do assalto. O parlamentar que está nos Estados Unidos pressionando por sanções ao ministro Alexandre de Moraes pôs a culpa no magistrado pelo vazamento de informações que podem ter levado ao assalto.

"E tudo isso acontece depois dos vazamentos seletivos e perseguições de Moraes, que expõem nossos familiares como alvos fáceis. Até onde vai a sede de vingança desse homem? Até onde irá a obediência cega de policiais que cumprem suas ordens sem questionar?", escreveu Eduardo.

Estadão
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