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Política

Ex-executivo Ricardo Saud fica em silêncio na CPI da JBS

31 out 2017 - 11h45
(atualizado às 11h59)
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Ricardo Saud disse, em delação premiada, que o presidente Michel Temer recebeu R$ 15 milhões na campanha de 2014
Ricardo Saud disse, em delação premiada, que o presidente Michel Temer recebeu R$ 15 milhões na campanha de 2014
Foto: Agência Brasil

O delator da holding J&F Ricardo Saud decidiu não responder aos questionamentos feitos por parlamentares durante audiência na Comissão Parlamentar Mista de Inquérito da JBS nesta terça-feira, recorrendo ao direito de permanecer em silêncio.

Saud foi convocado pela CPI para prestar esclarecimentos sobre seu acordo de delação premiada firmado com a Procuradoria-Geral da República, que está temporariamente suspenso, mas não fez qualquer declaração.

O ex-executivo e o também empresário Joesley Batista, um dos donos da J&F, controladora da JBS, estão presos desde setembro, quando o então ex-procurador-geral da República Rodrigo Janot pediu ao ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal, a revogação de seus acordos de delação após um áudio apontar que ambos teriam omitido crimes aos procuradores em seus depoimentos.

A CPI foi criada para investigar as operações da J&F com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), assim como os acordos de delação firmados por executivos da holding com a PGR, que serviram de base para duas denúncias contra o presidente Michel Temer.

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