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Política

Destino de Bolsonaro tem que ser a cadeia, diz Gleisi em encontro do PT

Presidente do Partido afirma ainda que governo petista não tem que dar satisfação ao mercado

8 dez 2023 - 20h49
(atualizado às 21h47)
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BRASÍLIA — A presidente do PT, Gleisi Hoffmann (PR), defendeu a prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro nesta sexta-feira, 8, ao discursar na conferência nacional do partido. Gleisi também centrou críticas ao presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, ao Centrão e ao mercado.

"O Brasil só não cresceu mais por causa da maior taxa de juros, por um presidente do Banco Central indicado por Bolsonaro, cujo presidente continua sabotando o Brasil, apesar de suas convicções neoliberais serem derrotadas nas urnas" disse. "Não precisamos prestar contas ao mercado, precisamos prestar contas ao povo brasileiro."

Gleisi não fez menção direta ao Centrão, mas repetiu o que dizia o texto preliminar do partido, aprovado também nesta sexta-feira, trocando o termo por "forças conservadoras". Ela disse que esse grupo foi "fortalecido pelo orçamento impositivo e o orçamento secreto exerce influência forte no Executivo e no Legislativo", afirmou.

O evento reuniu mais de 5 mil petistas, entre eles o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a primeira-dama, Janja da Silva, assim como governadores eleitos da sigla. São eles Jerônimo Rodrigues (Bahia), Fátima Bezerra (Rio Grande do Norte), Rafael Fonteles (Piauí) e Elmano de Freitas (Ceará). Estiveram também os principais deputados e senadores.

Lula esteve acompanhado de não-petistas, como o vice-presidente, Geraldo Alckmin, e ministros como Nísia Trindade (Saúde) e Luciana Santos (Ciência e Tecnologia). O evento homenageou o ex-presidente do PT Marco Aurélio Garcia, morto em 2017.

Estadão
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