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Bolsonaro

Defesa de Bolsonaro nega proibição do uso de WhatsApp

Em resposta ao STF, defesa do ex-presidente afirmou que Bolsonaro poderia tratar de assuntos políticos

22 ago 2025 - 20h18
(atualizado às 22h36)
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Resumo
A defesa de Jair Bolsonaro afirmou ao STF que não há decisão judicial que proíba o ex-presidente de usar o WhatsApp, refutando acusações de uso indevido para obstrução de Justiça.
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Questionada pelo Supremo Tribunal Federal (STF), a defesa de Jair Bolsonaro afirmou que não há, em nenhuma decisão judicial, restrição ao uso do aplicativo WhatsApp por parte do ex-presidente.

Segundo os advogados, nesta sexta-feira, 22, o ex-presidente "nunca esteve proibido de utilizar o WhatsApp, de trocar mensagens ou de se manifestar". Eles destacaram ainda: "Em nenhuma das decisões há qualquer menção ao uso de WhatsApp ou restrição ao envio de mensagens à lista de contatos privados -- o que não se confunde com rede social".

A defesa sustenta que, até 17 de julho, Bolsonaro poderia manter contato regular com seu filho, o deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP), inclusive para tratar de assuntos políticos, como a sucessão nas próximas eleições presidenciais.

Quanto às brigas entre pai e filho expostas pelo relatório da Polícia Federal, em que Eduardo xinga o pai por o criticar em entrevistas, os advogados afirmam que esses e outros conflitos refutam as ideias de que haveria uma atuação coordenada de coação no curso do processo.

Bolsonaro foi alvo de mais um indiciamento no início da semana
Bolsonaro foi alvo de mais um indiciamento no início da semana
Foto: Wilton Júnior/Estadão / Estadão

Bolsonaro e seu filho foram indiciados nesta quarta-feira, 21, por tentativa de obstrução de Justiça na ação relacionada à trama golpista. No relatório, a PF apontou que o ex-presidente encaminhou mais de 300 vídeos por WhatsApp de teor político, incluindo sobre a aplicação da Lei Magnitsky contra Alexandre de Moraes, o que caracterizaria o uso de redes sociais por meio de terceiros.

O relatório destacou ainda que Bolsonaro encaminhou conteúdos sobre as manifestações em seu favor em 3 de agosto. 

"Diante da grande quantidade de arquivos, a investigação pontuou os principais conteúdos compartilhados no dia 03.08.2025 pelo investigado Jair Bolsonaro, com o objetivo de utilizar redes sociais de terceiros, para burlar a ordem de proibição à retransmissão de conteúdos imposta pela justiça", aponta o relatório.

Leia a íntegra do documento apresentado pela defesa de Jair Bolsonaro aqui!

Fonte: Redação Terra
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