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Política

Chefe da Casa Civil de Alckmin recebeu R$ 170 mil de empresa suspeita

15 abr 2013 - 08h34
(atualizado às 08h34)
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Além da Demop - construtora que está no centro do escândalo de fraudes em licitações de prefeituras do interior paulista -, que em 2006 doou R$ 91,6 mil para a campanha a deputado federal do atual secretário-chefe da Casa Civil do governo de São Paulo, Edson Aparecido (PSDB), outra empresa apontada como participante do esquema doou, na eleição de 2010, R$ 170 mil para a campanha que reelegeu o tucano. A Scamvias Construções e Empreendimentos Ltda., que posteriormente teve seu nome alterado para Scamatti & Seller Infraestrutura Ltda, fez duas doações no mês de setembro daquele ano, uma de R$ 120 mil e outra de R$ 50 mil. A empreiteira foi a terceira empresa que mais doou para a campanha de Aparecido em 2010. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Segundo a publicação, a Operação Fratelli, deflagrada na terça-feira pela Polícia Federal e pelo Ministério Público para apurar fraudes em licitações em 78 prefeituras do interior paulista, apontou uma estreita ligação entre Aparecido e Olívio Scamatti, dono das duas empreiteiras preso na terça-feira sob suspeita de chefiar o esquema. Além de diversos contatos telefônicos em que pede ao empreiteiro ajuda para um prefeito e demonstra preocupação sobre a abertura de uma investigação do Ministério Público que envolveria a Demop, Aparecido viu um ex-assessor de oito anos ser preso junto com Scamatti na operação: Osvaldo Ferreira Filho, o Osvaldinho, que é apontado como o elo entre a Demop e as prefeituras. Segundo os investigadores, além da Demop, o grupo opera o esquema supostamente fraudulento valendo-se de ao menos outras sete empresas. A Scamvias é apontada como uma delas.

Fonte: Terra
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