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Política

Celso Sabino anuncia saída do Ministério do Turismo e entrega carta a Lula

Ministro diz que aguarda resposta do governo e afirma “acreditar no diálogo”

26 set 2025 - 14h16
(atualizado às 14h59)
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Resumo
O ministro do Turismo, Celso Sabino (União Brasil), anunciou nesta sexta-feira, 26 de setembro, que entregou sua carta de demissão ao presidente Lula, atendendo à determinação do partido. Apesar disso, afirmou que seguirá como ministro até pelo menos a próxima semana e que “acredita no diálogo”. Nos bastidores, a avaliação é de que Sabino ainda espera uma articulação do governo para permanecer no cargo. O União Brasil, que fixou prazo para a saída de seus filiados do Executivo sob risco de infidelidade partidária, não comentou as declarações.
Celso Sabino avisou a Lula que irá se demitir
Celso Sabino avisou a Lula que irá se demitir
Foto: Ricardo Stuckert/ Divulgação

O ministro do Turismo, Celso Sabino (União Brasil), anunciou em coletiva de imprensa no Palácio do Planalto, nesta sexta-feira, 26, que entregou uma carta de desligamento ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Ele comunicou também à executiva do partido que deixará o cargo, mas disse aguardar um retorno do governo sobre a sinalização. 

Na próxima semana, ele ainda cumpre agenda como ministro em Belém para a entrega de obras. “O presidente [Lula] pediu que eu o acompanhasse nessa missão na próxima quinta-feira e assim nós vamos estar", disse. "Vou como ministro ainda”.

Sabino frisou que pretende seguir conversando com a cúpula do União Brasil: “Vou seguir conversando com as lideranças do meu partido, apresentando todas as razões que eu expliquei aqui para vocês e nós vamos continuar o diálogo”.

O gesto é interpretado em Brasília como um sinal de que Sabino ainda espera por uma costura política que lhe permita permanecer no governo, apesar da pressão do União Brasil. Na semana passada, ele já havia antecipado a Lula sua intenção de deixar o cargo, mas o anúncio oficial só veio nesta sexta.

O partido, por sua vez, mantém silêncio público. Na última quinta-feira, 18, a legenda fixou um ultimato a todos os filiados que ocupam postos no Executivo: prazo de 24 horas para entregarem os cargos, sob pena de serem enquadrados por “ato de infidelidade partidária”. A resolução foi assinada pelo presidente da sigla, Antônio Rueda.

Fonte: Portal Terra
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