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Polícia

Rio: engenheiro baleado ao entrar em favela será sepultado nesta terça-feira

8 jul 2013 - 19h00
(atualizado às 19h02)
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Suspeitos de balear engenheiro se entregam à polícia
Suspeitos de balear engenheiro se entregam à polícia
Foto: Celso Barbosa / Futura Press

O corpo do engenheiro baiano Gil Augusto Barbosa, 53 anos, que morreu no domingo após ficar 20 dias internado, em estado grave, no Hospital Getúlio Vargas, no Rio, será enterrado nesta terça-feira no Cemitério Campo da Paz, em Campos dos Goytacazes, norte fluminense, onde sua família reside. O engenheiro foi baleado na cabeça no mês passado, quando entrou por engano no complexo de favelas da Maré, em Manguinhos, zona norte do Rio.

Segundo o delegado José Pedro Costa da Silva, da 21ª Delegacia Policial, encarregada de investigar o caso, os dois suspeitos que se apresentaram como autores do crime estão presos temporariamente no Presídio Ary Franco. "Vamos pegar os fragmentos da bala que atingiu a vítima para um confronto balístico, a fim de descobrir qual das armas disparou contra o engenheiro", informou Silva. Ainda não há previsão de quando sairá o resultado dessa análise.

Gil Barbosa estava a caminho do Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro, o Galeão, onde ia buscar a mulher, que chegava de viagem. Quando recebeu um telefonema avisando que ela já estava em um táxi, voltando para casa, Barbosa, que passava na avenida Brasil, errou o caminho tentando encontrar um retorno e entrou na Vila do João, no complexo de favelas da Maré, onde foi baleado.

De acordo com a Polícia Civil, a vítima, ao entrar em uma pista livre com mais de 200 metros e atingir a entrada da favela, com uma velocidade não muito reduzida, tentou retornar e acabou sendo atingido por um tiro na cabeça. A principal hipótese é a de que o engenheiro tenha entrado na favela pensando que tinha acessado o retorno e, ao tentar voltar, foi baleado por pessoas ligadas ao tráfico de drogas.

Os familiares de Barbosa se revoltaram, alegando que a área próxima ao Complexo da Maré, na Linha Amarela, é mal sinalizada, o que motivou o governo do Rio a recolocar a sinalização após o incidente.

Agência Brasil Agência Brasil
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