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Polícia

Rio: chefes de milícia pegam 31 anos por torturar jornalistas

12 ago 2009 - 16h02
(atualizado às 16h12)
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O juiz Alexandre Abrahão, da 1ª Vara Criminal de Bangu, no Rio de Janeiro, condenou a 31 anos de prisão o chefe da quadrilha de milicianos que torturou uma equipe de reportagem do jornal O Dia, em 14 de maio do ano passado, na favela do Batan, em Realengo, zona oeste da cidade.

Odnei Fernandes da Silva, conhecido como 01 da milícia ou Águia, foi condenado ainda por roubo e formação de quadrilha. Também recebeu pena de 31 anos Davi Liberato de Araújo, chamado pelo bando de 02.

Policial civil, Silva também perdeu as funções na instituição, por determinação judicial. Na época do sequestro e tortura dos jornalistas e do motorista do jornal, o 01 da quadrilha era lotado na 22ª Delegacia de Polícia (Penha). Araújo cumpria pena em regime semiaberto na Colônia Agrícola de Magé.

Presos pela Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas e Inquéritos Especiais (Draco-IE) na operação Ninho da Águia, deflagrada em junho de 2008, os dois estão detidos atualmente no Complexo de Gericinó.

O caso da tortura aos jornalistas teve grande repercussão em todo o País. Uma equipe do jornal O Dia que morou na favela para investigar a atuação das milícias no local foi seqüestrada, torturada e mantida em cárcere privado em um dos barracos usados como quartel-general dos criminosos.

O Dia O Dia - © Copyright Editora O Dia S.A. - Para reprodução deste conteúdo, contate a Agência O Dia.
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