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Polícia

PR: Justiça quebra sigilo sobre investigação de mortes em UTI

26 fev 2013 - 01h07
(atualizado às 05h12)
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 Médica chefe da UTI do hospital Evangélico, Virgínia Helena Soares de Souza, sendo conduzida por policiais
Médica chefe da UTI do hospital Evangélico, Virgínia Helena Soares de Souza, sendo conduzida por policiais
Foto: Henry Milléo/Gazeta do Povo / Futura Press

A Vara de Inquéritos Policiais de Curitiba determinou, na noite desta segunda-feira, a quebra do segredo de Justiça do inquérito que investiga a antecipação de óbitos na UTI geral do Hospital Evangélico de Curitiba.

Defendida por Elias Mattar Assad, advogado de Virgínia Soares de Souza, chefe da UTI,  a quebra do sigilo foi pedida pela delegada que comanda a investigação, Patricia Brisola, por conta da repercussão que o caso atingiu, com a prisão de mais três médicos e uma enfermeira.

Com a quebra do sigilo, poderão ser informados quais os crimes cuja suspeita recai sobre a chefe da UTI, Virgínia Soares de Souza, bem como, quem são os seis pacientes cujos prontuários são investigados pela Polícia Civil.

A assessoria de imprensa da polícia Civil informou que, nesta terca-feira, após comunicar as famílias das possíveis vítimas cujas mortes estão sendo investigadas, concederá entrevista coletiva para esclarecer o caso.

Virgínia Soares de Souza, suspeita de provocar a morte de pacientes da UTI Geral, foi presa na última terça-feira. Outros três médicos foram presos no sábado pelo Núcleo de Repressão aos Crimes contra a Saúde (Nucrisa), da Polícia Civil. Além deles, uma enfermeira, que era procurada para o cumprimento de mandado de prisão, se apresentou nesta segunda-feira à polícia.

Fonte: Especial para Terra
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