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Polícia

Padre que atropelou ao dirigir bêbado se recusa a comentar

8 jan 2010 - 19h00
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Chico Siqueira
Direto de São José do Rio Preto

Acusado de cometer quatro infrações de trânsito, fugir sem prestar socorro e dirigir embriagado, o padre Aparecido Donizete Bianchi, 52 anos, se recusou a comentar o acidente de carro de quinta-feira, quando foi detido após colidir em um cruzamento de São José do Rio Preto, interior de São Paulo. "Não tenho nada a declarar. Deixa a mídia falar o que quiser. Minha mãe está doente e vou dar atenção a ela", disse o padre ao Terra nesta sexta-feira.

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No dia em que comemorava seu aniversário, Bianchi foi obrigado a ir ao Plantão Policial, após a PM o deter por conta do acidente na Vila Imperial, região central de São José do Rio Preto, onde mora. O padre está com a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) suspensa por outro acidente.

Bianchi estava em um Fox que atravessou o sinal de Pare na rua Benjamin Constant. Ele colidiu com um Gol dirigido pelo aposentado Saçake Mithiro, 74 anos, que estava na preferencial da rua Rendentora. A mulher de Mithiro foi levada ao Pronto-Socorro com ferimentos leves e liberada.

Mithiro havia concordado em não registrar o caso, mas testemunhas insistiram para que a PM fosse chamada. Quando os policiais chegaram, o padre disse que quem dirigia o veículo era sua cunhada, E. A. N., 52 anos, mas a mulher desmentiu a versão do padre. O caso foi registrado em Termo Circunstaciado (TC), para apurar crime de menor poder ofensivo, no 2º DP.

O acidente foi a quarta ocorrência de infração de trânsito cometida pelo padre. Em dezembro de 2006, ele foi parado pelos PMs na contramão ao entrar na Catedral São José, de madrugada. Discutiu com os policiais e ainda aproveitou o som alto do carro para dançar uma músico do grupo É Tchan para os PMs, que o levaram ao Plantão Policial.Por conta disso, foi condenado a dois anos e seis meses de prisão, mas a pena foi transformada em multa. Em 3 janeiro de 2009, o padre atravessou o sinal vermelho, foi parado e flagrado pelo bafômetro. Por isso, foi preso por embriaguez ao volante.

Em agosto de 2009, o padre perdeu o posto de pároco na Catedral São José, a Igreja Matriz de Rio Preto, após atropelar dois motociclistas e fugir sem prestar socorro. De acordo com testemunhas, o padre estaria novamente bêbado. A polícia apreendeu seis latas de cerveja dentro do carro do religioso, que se recusou a fazer o teste do bafômetro.

Fonte: Especial para Terra
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