Mulher de 64 anos confessa ter matado companheira enforcada após briga no RJ
Uma mulher de 64 anos foi presa em flagrante nesta segunda-feira (21), em Santa Cruz, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, após confessar ter matado a própria companheira. A vítima foi identificada como Sandra Miranda de Freitas Apostolo, de 47 anos.
Em entrevista ao "Balanço Geral RJ", da Record, Sebastiana Maria Rosa da Silva admitiu o homicídio depois de uma discussão entre as duas.
"Matei enforcada. Porque ela queria me matar, ela estava drogada e eu estava boa, ela brigou comigo. Para ela não fazer comigo, eu fiz com ela", disse.
O corpo de Sandra foi localizado carbonizado em um terreno abandonado na Estrada de Urucânia.
A ocorrência começou a ser investigada depois que policiais do 27º BPM (Santa Cruz) foram acionados para verificar a presença de um cadáver no local. De acordo com as informações preliminares, o corpo teria permanecido dentro do imóvel onde as duas estavam até aproximadamente 8h.
Em entrevista ao Balanço Geral, uma mulher de 64 anos confessou que matou a companheira enforcada.
O corpo da vítima foi encontrado queimado na Estrada Urucânia, em Santa Cruz. #BalançoGeralRJ
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— Tino Junior (@tinojunior) September 21, 2026
Tentativa de retirar o corpo
Segundo o jornal O DIA, Sebastiana teria procurado um homem identificado como Rafael de Souza para ajudá-la a retirar o cadáver da residência. A mulher teria dito que precisava remover o corpo de um animal.
Rafael contou aos policiais que não sabia que ajudaria a transportar uma pessoa. Ao perceber o que havia dentro do volume, ele teria fugido do local.
Em seguida, Sebastiana teria levado o corpo para o terreno abandonado e ateado fogo. O cadáver foi encontrado carbonizado pela manhã.
Sebastiana foi conduzida para a Delegacia de Homicídios da Capital (DHC), responsável pela investigação do caso, e autuada em flagrante por homicídio.
Rafael também foi levado à unidade policial para prestar esclarecimentos. A Polícia Militar confirmou que uma mulher e um homem foram detidos e encaminhados à DHC após a localização do corpo.
A Polícia Civil ainda realiza diligências para esclarecer a dinâmica da morte e as circunstâncias da discussão que antecedeu o crime.O caso segue sob investigação da Delegacia de Homicídios da Capital.
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