A morte de cinco pessoas de uma família de policiais militares mobilizou a polícia de São Paulo. Após investigação, a polícia dá como certa a hipótese de que os PMs Luis Marcelo Pesseghini e Andreia Regina Bovo Pesseghini foram mortos pelo filho, Marcelo Eduardo Bovo Pesseghini, 13 anos, que teria cometido suicídio em seguida. Além dos três, também morreram a avó e a tia-avó do menino
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A Justiça de São Paulo determinou na quarta-feira o envio das investigações do caso Marcelo Pesseghini para uma das varas da infância da capital. O adolescente de 13 anos é acusado pela Polícia Civil de ter matado a tiros os pais, a avó e a tia-avó em Brasilândia, São Paulo, em agosto de 2013. Em seguida, ele se matou. A justificativa dada pelo juiz do Tribunal do Júri até então responsável pelo processo para a mudança é por crer que o garoto matou a família.
Cinco pessoas da mesma família foram encontradas mortas no dia 5 de agosto de 2013, dentro da casa onde moravam, na Brasilândia, zona norte de São Paulo. Entre os mortos, estavam dois policiais militares - o sargento Luis Marcelo Pesseghini, 40 anos, e a mulher dele, a cabo de Andreia Regina Bovo Pesseghini, 35 anos. O filho do casal, Marcelo Eduardo Bovo Pesseghini, 13 anos, também foi encontrado morto, assim como a mãe de Andreia, Benedita Oliveira Bovo, 65 anos, e a irmã de Benedita, Bernardete Oliveira da Silva, 55 anos.
A Polícia Civil de São Paulo concluiu o relatório sobre o caso em maio de 2014, indicando que o estudante de 13 anos é o responsável por matar o pai, a mãe, a avó e a tia-avó, e depois ter cometido suicídio. A teoria foi reforçada pelas imagens das câmeras de segurança da escola onde Marcelo estudava: o adolescente teria matado a família entre a noite de domingo e as primeiras horas de segunda-feira, ido até a escola com o carro da mãe, passado a noite no veículo, assistido à aula na manhã de segunda e se matado ao retornar para casa.
Os vídeos gravados pelas câmeras mostraram o carro de Andreia sendo estacionado em frente ao colégio por volta da 1h15 da madrugada de segunda-feira. Porém, a pessoa que estava dentro do veículo só desembarcou às 6h30 da manhã. O indivíduo usava uma mochila e tinha altura compatível à do menino: ele saiu do carro e caminhou em direção à escola.
A morte de cinco pessoas de uma família de policiais militares mobilizou a polícia de São Paulo. Após menos de 24 horas de investigação, a polícia já dá como certa a hipótese de que os PMs Luis Marcelo Pesseghini e Andreia Regina Bovo Pesseghini foram mortos pelo filho, Marcelo Eduardo Bovo Pesseghini, 13 anos, que teria cometido suicídio em seguida. Além dos três, também morreram a avó e a tia-avó do menino
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A estudante Suzane von Richthofen foi presa aos 19 anos, em 2002, acusada de matar os pais, Manfred e Marísia, que não aprovavam o seu relacionamento com o desempregado Daniel Cravinhos. Suzane disse ter permitido que Daniel e seu irmão, Cristian, entrassem em sua casa e matassem seus pais a pauladas enquanto dormiam
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O publicitário Gil Rugai foi condenado em fevereiro de 2013 a 33 anos e 9 meses de prisão pela morte do pai, Luiz Carlos Rugai, e da madrasta, Alessandra Fátima Tritiño. O júri aceitou como verdadeira a tese de que Gil os matou depois que o pai descobriu um desvio de dinheiro da empresa da família e o expulsou de casa
Foto: Fernando Borges / Terra
Um seguro de vida no valor R$ 1,2 milhão teria motivado Érika Passarelli a planejar a morte do próprio pai, em 2010. De acordo com a polícia, pai e filha organizavam um golpe nas seguradoras para que a quantia pudesse ser recebida por Érika, mas os dois teriam se desentendido. Ela foi presa em 2012, em um bordel do RJ
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Irmão do músico André Canonico, da banda de forró Falamansa, Mauro Canonico foi preso em 2012, suspeito de matar a mãe enforcada em São Paulo. O pai do suspeito contou aos policiais que o filho sofre de problemas mentais, além de ter enfrentado problemas com drogas
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Jorge Toufic Bouchabki e sua mulher, Maria Cecilia, foram mortos enquanto dormiam na véspera do Natal de 1988, na casa onde moravam na rua Cuba, em São Paulo. Na ocasião, o filho mais velho do casal, Jorginho Bouchabki (foto), foi apontado como suspeito, mas não foi a julgamento por falta de provas. Em 2008, o crime prescreveu