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Polícia

SP: familiares de PMs querem reabertura do caso Pesseghini

2 abr 2014 - 06h50
(atualizado às 07h12)
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<p>Pol&iacute;cia diz que Marcelo se suicidou ap&oacute;s matar o pai&nbsp;Luis Marcelo Pesseghini, a m&atilde;e&nbsp;Andreia Regina Bovo Pesseghini, a av&oacute; e a tia-av&oacute;</p>
Polícia diz que Marcelo se suicidou após matar o pai Luis Marcelo Pesseghini, a mãe Andreia Regina Bovo Pesseghini, a avó e a tia-avó
Foto: Futura Press

A advogada contratada pelos avós paternos do estudante Marcelo Bovo Pesseghini, 13 anos, contesta a conclusão da polícia de que o estudante teria matado a família antes de se suicidar, em agosto do ano passado, e irá pedir a reabertura das investigações. Para Roselle Soglio, criminalista e especialista em perícias criminais, ainda existem pontos nebulosos na apuração que suscitam até novas linhas de investigação. A polícia alega não haver dúvidas de ter sido o menino o autor das mortes a tiros dos pais, da avó e da tia-avó em Brasilândia, São Paulo, e descarta atender o pedido da defesa. "A polícia não teve pressa em oito meses, por que teria pressa para encerrar a investigação agora? Isso só deixa mais claro que eles não querem investigar", diz Roselle. As informações foram publicadas no jornal Folha de S. Paulo. 

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Entre pontos falhos na investigação, que vão de brechas em depoimentos a problemas na perícia, a advogada cita a imprecisão da hora da morte de Marcelo e a falta de testes na mancha encontrada na roupa de Andreia. Há ainda a possibilidade de ser falsa a versão contada por uma testemunha-chave sobre os últimos momentos em que a família Pesseghini foi vista com vida. A primeira preocupação era um possível ataque de criminosos já que o pai, Luís Marcelo, 40 anos, era sargento da Rota. A mãe do menino também era PM. Durante a investigação, a polícia apontou Marcelo como principal suspeito. A família nunca aceitou essa tese e diz que o menino tinha problemas de saúde que impossibilitavam, inclusive, que ele segurasse uma arma.

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Fonte: Terra
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