O advogado Marcelo Feller, da defesa de Gil Rugai, chega ao Fórum da Barra Funda no terceiro dia do julgamento
Foto: Alice Vergueiro / Futura Press
Uma nova testemunha foi chamada nesta quarta-feira para depor no julgamento do publicitário e ex-seminarista Gil Rugai, acusado de ter matado o pai, Luiz Carlos Rugai, 40 anos, e a madrasta, Alessandra de Fátima Troitiño, 33 anos, em março de 2004, em São Paulo. O publicitário Rudi Otto Kretschmar foi intimado pelo juiz Adilson Paukoski Simoni - na época do crime, ele era sócio de Rugai e os dois estavam montando uma agência de publicidade. A nova testemunha teria visto uma arma no escritório da empresa antes dos assassinatos, e também teria desconfiado do fato de Rugai ter pagado o aluguel do escritório com três meses de antecedência.
O terceiro dia do julgamento, no Fórum Criminal da Barra Funda, começou às 10h40, com uma hora e dez minutos de atraso. Gil Rugai chegou ao Fórum nesta manhã pelos fundos do prédio, sem falar com os repórteres.
O advogado Ubirajara Mangini Pereira, que representa a família de Alessandra de Fátima Troitiño e atua como assistente da acusação, chega para o terceiro dia de julgamento
Foto: Alice Vergueiro / Futura Press
O advogado Marcelo Feller, da defesa de Gil Rugai, chega ao Fórum da Barra Funda no terceiro dia do julgamento
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Gil Rugai, acusado de matar o pai e a madrasta, chega para o segundo dia de julgamento
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Gil Rugai, acusado de matar o pai e a madrasta, chega para o segundo dia de julgamento
Foto: Alice Vergueiro / Agência Brasil
O advogado Marcelo Feller, da defesa de Gil Rugai, chega para o segundo dia de julgamento
Foto: Alice Vergueiro / Agência Brasil
Foto: Terra
Acusado de matar o pai e a madrasta, o ex-seminarista Gil Rugai chega para o início de seu julgamento
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Ex-seminarista e publicitário chegou ao local do julgamento acompanhado da mãe
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Rugai é acusado pela morte do pai, Luiz Carlos Rugai, 40 anos, e da madrasta, Alessandra de Fátima Troitiño, 33 anos
Foto: Fernando Borges / Terra
Crime ocorreu na residência do pai de Rugai, em março de 2004, na zona oeste da capital paulista
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Ambos foram mortos dentro de casa, a tiros, e Gil sempre negou a participação no crime
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Léo, irmão de Gil Rugai, vai testemunhar a favor dele durante o júri
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Perito Ricardo Molina chega para o julgamento do ex-seminarista Gil Rugai
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Ricardo Molina foi contratado pela defesa de Rugai para fazer um laudo particular
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Advogado da família de Alessandra e assistente da acusação, Ubirajara Mangini, chega para o julgamento
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Advogado Mangini enfatizou que o desvio de dinheiro por Gil Rugai está comprovado nos autos do processo
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A sala onde ocorre o julgamento de Gil Rugai, no Fórum da Barra Funda, em São Paulo
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O perito Ricardo Molina (esq.), contratado pela defesa, e os advogados de Gil Rugai, Thiago Anastácio (centro) e Marcelo Feller
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O advogado da família de Alessandra e assistente da Promotoria, Ubirajara Mangini (esq.), conversa com o promotor, Rogério Leão Zagallo
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O julgamento de Gil Rugai deve se estender até quarta-feira
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A defesa do réu já havia chamado Kretschmar para testemunhar, mas desistiu. Porém, a Promotoria (responsável pela acusação) insistiu na intimação do ex-sócio, que foi chamado como testemunha de juízo. "Achamos interessante ouvi-lo porque ele sempre desconfiou do Gil", disse o advogado Ubirajara Mangini Pereira, que representa a família de Alessandra e atua como assistente da acusação.
O advogado Marcelo Feller, que faz parte da defesa do réu, minimizou a importância do depoimento do ex-sócio para o caso. "O (testemunho de) Rudi não é importante para a defesa porque ele não faz parte (do caso), mas a defesa informou, por escrito, que não tem medo da oitiva. Se o juiz ou o Ministério Público querem ouvi-lo, que fique à vontade", afirmou ele.
O julgamento de Rugai começou na última segunda-feira e deve ser encerrado até o fim desta semana. O júri, composto por cinco homens e duas mulheres, já ouviu os depoimentos de quatro testemunhas da acusação e uma da defesa.