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Polícia

Caso Joaquim: promotor diz que crime pode ter sido premeditado

13 nov 2013 - 22h49
(atualizado às 22h54)
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<b>13 de novembro - </b>O padrasto do menino Joaquim, Guilherme Longo, sai da DIG em Ribeirão Preto (SP), após ser ouvido pelo delegado e o promotor do caso
13 de novembro - O padrasto do menino Joaquim, Guilherme Longo, sai da DIG em Ribeirão Preto (SP), após ser ouvido pelo delegado e o promotor do caso
Foto: Alfredo Risk / Futura Press

O promotor Marcos Túlio Nicolino, que investiga a morte do menino Joaquim Pontes Marques, 3 anos, disse nesta quarta-feira que o crime pode ter sido premeditado. Segundo ele, a criança pode ter morrido por uma superdosagem de insulina, aplicada pelo padrasto, Guilherme Raymo Longo, que sabia o que o excesso da substância poderia causar em Joaquim. As informações são do Jornal EPTV.

“Não pode ser descartada a questão de ser premeditado o uso dessa insulina em dose excessiva para matar o menino. E mais: (o padrasto) deve ter tido conhecimento que a insulina sintetiza muito rápido no organismo. Ou seja: se o menino realmente recebeu uma dose excessiva de insulina e depois, como de fato foi, jogado nas águas e encontrado três, quatro dias depois, com certeza a polícia não vai conseguir detectar a presença de quantidades excessivas de insulina no organismo”, disse o promotor.

O menino era diabético e precisava tomar doses constantes de insulina para sobreviver. Em depoimento nesta quarta-feira, Guilherme voltou a falar sobre uma suposta aplicação de 30 doses de insulina que ele teria feito em si mesmo.

A polícia acredita que ele esteja dizendo isso para justificar o desaparecimento de frascos da substância da casa da família. Guilherme, no entanto, disse que fez uma autoaplicação porque estava muito nervoso, queria ficar mais tranquilo, e teria pesquisado na internet os efeitos da insulina.

Desaparecimento
O corpo de Joaquim foi encontrado neste domingo, nas águas do rio Pardo, no município de Barretos, vizinho de Ribeirão Preto – cidade na qual o garoto morava. Um exame preliminar de necropsia apontou que o garoto já estava morto antes de ser jogado no rio, segundo a Polícia Civil. A causa da morte, porém, ainda não foi confirmada.

Desde os primeiros dias do desaparecimento, as buscas foram concentradas na região do córrego Tanquinho e no rio Pardo, onde o córrego deságua. Na quarta-feira, um cão farejador da Polícia Militar realizou o mesmo trajeto ao farejar as roupas do menino e as de seu padrasto.

A Polícia Civil já havia pedido a prisão preventiva da mãe e do padrasto de Joaquim, mas a Justiça havia negado. O menino era diabético e vivia com a mãe, o padrasto e o irmão Vitor Hugo.

No boletim do desaparecimento registrado na Polícia Civil, a mãe relatou que acordou por volta das 7h e foi até o quarto da criança, mas não a encontrou. Em seguida, procurou pelos demais cômodos e na vizinhança, também sem sucesso. O garoto vestia uma calça de pijama com bichinhos quando foi visto pela última vez.

 

Fonte: Terra
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